Translate

A REALIDADE BÍBLICA DO INFERNO




É comum ouvirmos expressões como estas: “O inferno é aqui mesmo”. “Deus é muito bom, não faria um lugar tão terrível para mandar o homem”. “O inferno é a sepultura”. “Esta vida aqui já é um inferno”. – Será o inferno uma realidade? O que fazemos para tirar esta dúvida enganosa? É Satanás quem coloca este tipo de dúvida na mente das pessoas. Estejamos certos. O inferno existe. O inferno é realidade. Ninguém duvide, pois a Bíblia nos afirma. No Novo Testamento existem 260 capítulos e é mencionado 234 vezes um castigo eterno para os ímpios.
Opiniões erradas a respeito do Inferno. Muitas pessoas negam a existência do Inferno considerando-o um mito inventado pelos contadores de história da Grécia antiga. Estes são aqueles que não distinguem perfeitamente a ficção da realidade. Outros afirmam que o Inferno é uma invenção da Igreja Medieval para impedir as pessoas de se rebelarem contra o poder eclesiástico. Estes são aqueles que culpam a igreja pelo medo que as pessoas têm do castigo eterno. Há ainda os que pensam que o Inferno é aqui na terra. São os mesmos que acreditam que “o que aqui se faz aqui se paga”. Todavia, nenhuma dessas pessoas tem autoridade para afirmar ou negar a existência do Inferno.

"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira". 

(Jo 8.44)

Nessa passagem Jesus olha para os mais religiosos da época (aqueles que guardavam o Sábado, não comiam carne de porco, não comiam sem se lavar, guardavam as tradições...) e diz: "Vocês são filhos do diabo", mas como pode ser isso? Deus olha os corações e condena todo formalismo e legalismo. Aqueles homens conheciam a letra (sem a revelação), mas não conheciam o Deus do céu. Os tais que Jesus se dirigia eram homens fraudulentos, pois torcia a palavra de Deus para obter benefícios próprios e satisfazer-lhes o ego. Ainda hoje existem esses tais homens fraudulentos, e até líderes desse tipo. Desses dois tipos de pessoas (aqueles que torcem a palavra para os seus benefícios e aqueles que torcem a palavra para a satisfação do seu ego) gostaria de frisar o mais perigoso - aqueles que torcem a palavra para a satisfação do seu ego. Esses tais lêem a verdade de Deus e por serem filhos do diabo não conseguem aceitá-la.

No caso do nosso estudo 
(a respeito de céu e inferno) eles dizem: "O céu existe, mas o inferno não, pois Deus é amor e ele jamais jogaria um pobre pecador no fogo eterno". Meu amigo leitor fuja destes tipos de religiosos, pois DEUS É AMOR, MAS DEUS TAMBÉM É JUSTIÇA.

Ainda que a realidade do inferno seja dura para todos os seres humanos, ESSA REALIDADE É VERDADEIRA. A Bíblia diz claramente a respeito do céu e do inferno.

O inferno é um lugar de:


• Extremo sofrimento
 (Apo. 20. 10),
• Onde é lembrado e sentido o remorso (Luc. 16. 19-31),
• Inquietação (Luc. 16. 24),
• Vergonha e desprezo
 (Dan. 12:2),
• Vil companhia
 (Apo. 21:8) e
• Desespero 
(Prov. 11:7, Mat. 25 41).

Jesus usou como figura para exemplificar o inferno. Gehinon – passou para o grego como geena.
Geena é a palavra correta para traduzir a palavra inferno lugar de sofrimento e castigo eterno. Na segunda carta de Pedro – II Pedro 2:4 – “…precipitando-os no inferno” – inferno aí é outra palavra de origem latina que veio para o grego = tártaro – ” lançando-os no tártaro.” TÁRTARO= lugar de punição dos mortos.Tártaro é = geena – a mesma idéia.Deus precipitou os anjos a onde? No inferno. Pergunta-se:

O que se coloca na sepultura?

- É o corpo material!
- Anjo tem corpo material? Não, espiritual. É como o texto diz: Deus precipitou no inferno! Se inferno é sepultura como se explica este versículo? Como se explica um anjo em corpo mortal, físico foi para a sepultura?
- Os ímpios serão lançados no inferno.

Jesus adverte sobre o inferno:

”... se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos ires para o inferno (...) se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno E se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois, seres lançado no inferno, para o fogo inextinguível, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga"

 (Mc 9:43-48)

"Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" 

(Mt 10:28) 

Aos religiosos: “... como escapareis da condenação do inferno?" 

(Mt 23;33)

Neste tópico, vamos aprender sobre a volta do espírito humano a Deus. Quero que você grave uma coisa muito séria: "Todos, tanto o que é salvo como o que não é salvo, ao morrer, torna-se a Deus". Analise esses versículos: "... Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos"
(Mt. 25. 41)
"... No mais profundo do abismo, lá está também".
 (Sl. 139:8) Quando alguém morre, essa pessoa torna a Deus, pois esse tornar a Deus envolve o recolhimento desse espírito. Quando o cristão morre, Deus envia os seus anjos e o leva para o paraíso, ou terceiro céu ou céu
 (Lc. 16. 22) e lá ele começa a desfrutar já do seu futuro glorioso que terá na cidade celestial.
Entender que essa pessoa que morreu e foi para o paraíso, tornou a Deus é fácil, mas e quem morre sem salvação e vai para o inferno? Entenda bem agora. Quando os anjos se rebelaram, Deus preparou o inferno para os tais: "Preparado para o diabo e seus anjos". O inferno não havia sido preparado para o homem, mas sim para o diabo e seus demônios. Acontece que o homem também se rebelou contra Deus, sendo assim, o homem acabou tendo o mesmo destino de condenação dos demônios. A Bíblia declara que a presença de Deus se encontra até mesmo no inferno (a presença de Deus no inferno é no sentido da sua justiça e juízo) sendo assim, mesmo o pecador ao morrer torna a Deus, sendo guardado no inferno (Hades) até o dia do grande julgamento. Este homem que vai para o inferno é o oposto de quem vai para o paraíso, pois ele já começa a sofrer e a experimentar o que será a eternidade no lago de fogo (que é a Segunda morte ou morte eterna). Meu querido leitor, eu desejo muito que você torne a Deus, mas no melhor lugar - o paraíso.
Lembre-se, Deus não quer que ninguém vá para o inferno, principalmente a sua principal criatura - o homem, mas se não se arrependerem a justiça de Deus os lançará no inferno e depois no lago de fogo.

A Bíblia declara: "O que não crê já está julgado".


A Bíblia não diz que será julgado, mas que ESTÁ JULGADO. Todo homem ao morrer sabe e sente o seu julgamento, sabe o que ele próprio merece. Deus, ao dar esse juízo prévio, de maneira nenhuma está sendo injusto, mas sim, está confirmando a sua justiça. Todos os homens tiveram uma chance de escolher a Deus e evitar o inferno. Ao negar as chances que Deus lhe deu, esse homem e auto condenou-se. Quero que você saiba que o último dia da vida será decisivo para aquele que ainda não aceitou a Cristo, pois a sua morte virá acompanhada do inferno (Hades). Sabemos que o juízo do grande trono branco virá 
(Ap. 20. 11 - 15) para confirmação do juízo prévio que já tinha sido aplicado. Louvemos a Deus, pois ele está assentado num alto e sublime trono 
(Is. 6:1).

Jesus, o Filho de Deus. Ninguém tem mais autoridade para falar do Inferno do que Jesus, o Filho de Deus. Para desespero de algumas pessoas, Jesus confirmou que o Inferno é um lugar real. Ele disse em Mateus 5.29,30: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que todo o teu corpo seja lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno” (ARC). Ainda em Mateus 10.28 Jesus afirmou: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (ARC). Jesus muito ensinou sobre o inferno em outros textos, segundo Ele o inferno é um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mateus 13.49,50 - ARC), “preparado para o diabo e seus anjos” 
(Mt 25.41 – ARC), “onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43-48 – ARC). Leia o texto de Lc 16.19-31.

O que há no interior da terra? 

Fogo! Enxofre! Os vulcões trazem para fora o que existe dentro da terra Quando o vulcão St Helens entrou em erupção enviou 150.000 toneladas de gás sulfuroso (enxofre) e lavas para fora e os repórteres escreveram: "O inferno saiu do interior da terra para fora?".

A crosta da terra tem 75 quilômetros até chegar ao fogo, mas em alguns lugares, no fundo dos oceanos, a distância é menor que 1 quilômetro.

Cientistas descobriram recentemente, na escuridão das profundezas do oceano, uma rachadura onde o fogo escapa, e em torno desta rachadura vermes enormes que não existem em nenhum lugar da terra.

Cientistas descobriram recentemente que o centro da terra é mais quente que a superfície do sol com temperatura de 12.000 graus Fahrenheit.

Jesus te ama. Hoje mesmo Ele quer te dar a certeza do perdão de todos os teus pecados, não importa quão graves foram. Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, ficou três dias no coração da terra, ressuscitou, está vivo, tem as chaves do inferno que nunca se abrirão para receber aqueles que crêem nEle”.

Veja esta parábola de Jesus:

"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; e desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.” 

(LC 16:19-21).

Nesse versículos, nota-se que Jesus nos dois primeiros versos, pronunciou uma palavra derivada do verbo “haver”, mostrando assim que literalmente houve ou havia em algum lugar do passado esses dois homens: o rico e o mendigo Lázaro. Foram reais a existência desses dois personagens como narra o texto sagrado, pois Jesus relatou uma história verídica que, por Ele ser eterno (Sl 93.2; Rm 1.20), tem presenciado desde o começo.

II - “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio."
(LC 16: 22,23).

Nesses dois versos vemos a realidade da vida após a morte, sendo que assim como o rico, aqueles que se perdem, passarão duramente toda a eternidade em tormentos no inferno.

III - "E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama." 
(LC 16:24)

O inferno é um lugar real! 


Vemos que o rico estando no inferno clama desesperadamente por misericórdia, mas nada poderá ser feito por ele; porque a bíblia é clara que enquanto há vida, ainda há esperança e oportunidade de arrependimento. Porém quando a morte vem sobre alguém que não se arrepende, resta-lhe apenas o Juízo (Hb 9.27). Este texto revela também que mesmo o homem morrendo, quando a sua alma separa do seu corpo, indo para o paraíso ou para o inferno, ali em ambos os lugares o homem continua tendo, mesmo depois da morte, plena consciência de toda a sua situação. Isso fica evidente quando o rico em tormentos inicia um diálogo com outrem.

IV - "Disse, porém, Abraão: Filho lembra-te de que receberam os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." 
(LC 16. 25,26).

 Em resposta a petição o rico no verso 24, lhe é mostrado a impossibilidade de se fazer algo por ele, até mesmo de refrescar-lhe a língua com água. Entre o Inferno e Seio de Abraão (local onde as almas dos santos ficavam antes da morte de Cristo no calvário) havia um abismo intransponível, mostrando assim a grande diferença da eternidade para o justo e o ímpio.

V - "E disse ele:

 Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento." 

(LC 16. 27,28)

O homem rico não foi condenado porque possuía riquezas, pois ser rico não é pecado. O que levou ele para a condenação foi porque viveu até o fim da sua vida regaladamente e esplendidamente (v.19), ou seja, depositou sua confiança nas riquezas; fez também com que o seu dinheiro e sua fama falassem mais alto em sua vida, esquecendo-se de Deus e do seu semelhante. Ele engrandeceu tanto, que não enxergava (ou não queria enxergar) a necessidade do seu próximo (v 21). Quando ele quis fazer alguma coisa pelas pessoas - neste caso, os seus irmãos, já não havia mais possibilidade alguma, porque o seu caso era irreversível, visto que quando ainda vivo tivera todas as oportunidade possíveis e desperdiçará.

VI - "Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos." (LC 16. 29). São os escritos sagrados dados por Deus aos homens para que por eles tenhamos luz (SL 119.105) para caminhar e evitar as trevas.

VII - "E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: 

Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite."

(LC 16. 30,31). 

É importante observarmos nestes últimos versículos que a única forma de se escapar da condenação do inferno, é através da fé - e está “fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus." 
(RM 10. 17). Nem mesmo a ressurreição de alguém “dentre os mortos” faria um pecador se arrepender profundamente a ponto de fazê-lo nova criatura. Somente a Palavra de Deus tem este poder de transformar vidas e conduzi-nos a salvação eterna (Jo 5. 39).

Veja agora o que está circulando na internet sobre a realidade do inferno:
Em meados de dezembro de 1989, um grupo de geólogos russos fez um poço de 14.000 metros de profundidade na Sibéria; e eles afirmam terem ouvido lamentações que vinham do centro da terra, pedindo água e misericórdia.

Segundo este cientistas após ter perfurado vários Km. Os equipamentos começaram a funcionar descontroladamente, dando a impressão que o centro da terra e oco.

A notícia se espalhou pelo mundo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e estudiosos que ouviram a fita. Um deles, o Dr. Azzacove declarou o seguinte: “Como um comunista eu não acredito em céu ou na Bíblia, mas, como um cientista eu acredito agora no inferno. Desnecessário dizer que ficamos chocados ao fazer tal descoberta. Mas nós sabemos o que nós vimos e nós sabemos o que nós ouvimos. E estamos absolutamente convencidos que nós perfuramos pelos portões do inferno!

A perfuratriz, de repente, começou a girar velozmente indicando que tínhamos chegado a um grande bolsão vazio ou uma caverna. O sensor térmico mostrou um aumento dramático da temperatura para 2,000 graus Fahrenheit.

Nós abaixamos um microfone, projetado para descobrir os sons de movimentos tectônicos abaixo da galeria. Mas em vez de movimentos de placas nós ouvimos uma voz humana, gritando de dor! No princípio pensamos que o som estava vindo do nosso próprio equipamento.

Mas quando nós fizemos ajustes nos equipamentos, nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não eram de um único humano, eles eram gritos de milhões de humanos!"

Só pra início de conversa: se houvesse geólogos nessa história, eles saberiam que o diâmetro do nosso planeta é de bem mais de 24 km. A espessura da litosfera, a crosta terrestre, varia de 5 km sob os oceanos a 70 km sob os continentes.

Os 14 km supostamente atingidos, portanto, nada significariam diante do diâmetro da Terra.

Ao analisar as fitas gravadas com os estranhos sons os cientistas ouviram gritos horríveis. Eram vozes pedindo água e misericórdia. (Acrescento por minha conta: aparelhos de ar condicionado também seria uma boa pedida; -)

Mais "estudos" e logo eles interpretaram os sons como sendo gemidos e lamentos das almas dos ímpios, almas penadas, almas condenadas ao fogo eterno. E onde estariam essas almas penadas, condenadas, perdidas e recém-achadas?

Elementar, meu caro Watson: no inferno, é claro!

Que pedissem por misericórdia, até que seria coerente, pois misericórdia é um "sentimento doloroso causado pela miséria de outrem" (Caldas Aulete) e bem adequado ao estado em que as almas condenadas encontravam-se, mas pedir água?!

É estranho.

Água é coisa material e almas são, por definição, coisas incorpóreas e imateriais. Como as poderia sentir falta de coisa material, pedir água, sentir sede?

Tudo foi publicado por um conceituado (!) jornal finlandês de nome Ammennusatia, Ammennusastia ou Ammenusastia. Ao procurar no Google por esse famoso jornal, ele aparece apenas nas referências ao enorme buraco que teria chegado até o inferno.
* o microfone não fundiu certamente porque fora especialmente preparado para a missão, não a de descobrir o inferno, mas a de ouvir os sons dos movimentos das placas tectônicas. De qualquer forma, fica a pergunta: a que distância da "porta do inferno" o microfone teria chegado?

Numerosos sites reproduzem o texto e as afirmações parecem transformar-se em verdades não porque elas mereçam crédito, mas pelo número de repetições delas. É algo semelhante ao mote "uma mentira apresentada muitas vezes transforma-se em verdade".

Muitos dos sites que reproduzem a história são sites religiosos fundamentalistas que tomam ao pé da letra o texto da Bíblia. Alguns deles falam de demônios, do satanismo, do dia do arrebatamento da besta do Apocalipse e de coisas semelhantes.

Mas será que encontraram mesmo o inferno?

E mais: uma sonda comandada por um cientista ateu não poderia jamais encontrar o inferno. Quem sabe, talvez um cristão bem comportado tivesse melhores chances...

Já pensou uma coorte, ou muito pior, uma legião de almas danadas, danadinhas e rebeldes a atanazar a nossa vida? (Dá até pra imaginar a cena: "Sai pra lá, sua alma danada! Desafasta!

Mais alguns pontos chamam a atenção:
* Ouviam-se vozes de milhões de humanos: como distinguir entre elas as vozes que faziam os pedidos de água e os de misericórdia? (Considerando que, certamente, as almas estavam bastante irritadas, elas não falavam palavrões? Nenhum f*d*p* ou s*o*b* foi registrado?)

* Qual o idioma usado pelas almas penadas ao fazerem os pedidos? Russo? Finlandês? Inglês? Latim? Árabe? Quais os idiomas, além do russo, que o Dr. Azzacove e a sua equipe de cientistas dominavam?

E como essa história começou?
Em 1984, foi publicado na revista Scientific American um artigo falando de um poço com 12 km de profundidade cavado pelos russos na Península de Kola. (Ye. A. Kozlovsky, ‘The world‘s deepest well‘, Scientific American, vol. 251(6), December 1984, pp. 106-112.)

O artigo Mysteries of the Inner Earth menciona o poço de Kola e diz que, aos 10 km de profundidade, registrou-se a temperatura de 180°C, quando o esperado era 100°C.

Qualquer pessoa com um mínimo de informações sobre a Terra sabe qual o seu diâmetro (o da Terra :) e onde fica o seu centro. O centro do nosso planeta encontra-se a bem mais de 12 quilômetros de distância da superfície. Os tais cientistas não sabiam disso?

Ouça, mas não se impressione muito com isso não. Qualquer pessoa, com alguma habilidade no manuseio de equipamento de gravação de som, pode produzir sons bem mais aterradores. Prova disso são essas bandas de rock que aparecem por aí :))

Fonte: Vozes do inferno

Como se livrar do diabo e do inferno?
A Bíblia ensina o que devemos fazer e como agir para impedir a ação diabólica em nossa vida: Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugir á de vós (Tiago 4:7).

Existem duas condições para que o inimigo fuja de nós; então, vamos examiná-las separadamente.

Sujeitar-se a Deus - Sujeitai-vos, pois, a Deus... Não podemos cumprir a segunda condição, se esta primeira não for executada.

A palavra sujeitar-se significa colocar-se sob uma autoridade, obedecer. O Senhor Jesus, como bem sabemos, é o próprio Altíssimo, porém, quando esteve entre os homens, obedeceu a Seus pais terrenos, dando-nos o exemplo de sujeição.

E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas essas coisas. Lucas 2:51

Além disso, o Salvador sempre obedeceu ao Pai celeste: Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo, e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou (João 5:30). Se você quer ser abençoado, é necessário submeter-se a Deus; se Ele lhe entregou uma missão, de nada adiantará você esquivar-se.

Resistir ao diabo 

Esta é a segunda condição para livrar-se do inimigo. Para vencer os ataques malignos, é preciso aprender a se opor ao diabo. Jesus ofereceu resistência a Satanás durante todo tempo e nos deixou uma grande lição: Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus
 (Mateus 4:4). Usando a Palavra, Cristo resistiu ao diabo.

Não tente utilizar outro meio de defesa. A Bíblia é o instrumento pelo qual Deus nos faz vencer todas as ações de Satanás. E quando ouvimos uma “voz” que se vale da própria Palavra, a fim de nos convencer a que façamos algo errado? Isso aconteceu também com o Mestre no momento da tentação: Então o diabo o transportou à Cidade Santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra (Mateus 4:5-6). Agora, veja o que o Salvador respondeu: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus (Mateus 4:7b).

O Senhor continuou utilizando a Palavra para refutar o diabo e, além disso, não perdeu tempo dialogando com ele. Meu irmão, não ceda ao príncipe das trevas com os seus argumentos! Resista-lhe valendo-se da Palavra de Deus.

Jesus afirma: Eu lhes asseguro: quem ouve a minha Palavra e Crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para vida (Jo5. 24). Você acredita que Jesus é o filho de Deus, e que os seus ensinos é a Verdade de Deus para todos os homens? Então terás que acreditar na realidade do Inferno (Marcos 9.47,48). Existem muitos textos na Bíblia que provam a realidade do Inferno. Proponho-me passo a passo Respaldado nas Escrituras Sagradas ensinar como uma pessoa pode livra-se da condenação do Inferno.

1- não cometa o mesmo erro que muitos cometem não Crer na realidade do Inferno ou que ele é aqui na terra.

2- todos podem livra-se do Inferno, desde que creia no Plano de Deus (João3. 16,17). Você acha que Deus enviaria seu único Filho para salvar o homem se o mesmo não tivesse em perigo? Mas por amor a toda raça humana ele deu Jesus Cristo para morrer a fim de nos salvar do Inferno.

3-Passo: Jesus veio ao mundo para te salvar da condenação do Inferno. Veja o que diz o Texto de (João5. 24) primeiro você precisa ouvir a Palavra de Deus, segundo tu deves crê (FÉ) no que Deus diz, fazendo isso tu receberá Vida eterna, está livre do Juízo final e passará da morte para vida, isso significa que se você seguir na seqüência, estas orientações estarás livres do Inferno e desfrutarás a Vida eterna com Deus no seu Reino de Glória.

Faça sua decisão hoje mesmo e garanta o seu futuro com o Senhor, receba hoje mesmo Jesus Cristo como Senhor e Salvador e desfrute da vida eterna com Deus.



Autor: Jânio Santos de Oliveira
Via: www.estudosgospel.com

ALMAS PURAS: UMA PORCENTAGEM MÍNIMA



Jesus disse que devemos ser como  crianças
, com um olhar de pureza e uma alma pura, mas a questão...  é  que ser uma alma pura e repleta de luz e permanecer como tal é quase  "impossível" já que vivemos em um mundo impuro, vivenciando situações  que nos pode nos encaminhar na direção das  tentações, mas  graças a forte presença do Espírito santo que fortalece aqueles que o buscam e redireciona os que estão nas trevas para o santo caminho, podemos ter a esperança da santidade e ter uma alma pura que poderá viver de acordo com Deus. 

Existe no mundo milhares de pessoas de coração bom, mas não puro, pois por mais boas que sejam para os outros para Deus continuam sendo más e perversas, pois as mesmas não aceitam jesus como salvador pessoal de suas vidas, e portanto suas boas ações não podem encobrir os seus pecados. Ser uma alma pura é um desafio para muitos cristãos e até mesmo para outras religiões, inconscientemente muitos religiosos buscam de uma maneira fanática, mas errônea a pureza da alma,e como "cavalos cegos" vivem de doutrinas teóricas e quando não estão em público se revelam verdadeiros lobos, mostrando apenas um rito religioso, e lonje da pureza. Uma alma pura é aquela que prática e obedece  permanecendo com um coração limpo, somente os que tem e lutam para permanecer são os que entrarão no Reino dos céus, você acha, que um bêbado, uma prostituta, ladrão, curtidor, e tantas pessoas que vivendo da forma como vivem reinarão no reino dos céus ? Sem serem regeneradas pelo sangue sagrado de Jesus? (Isso sim é impossível), essas almas só serão puras através do arrependimento e uma entrega genuína. Ser puro não é aparentar uma religiosidade "perfeita" ou ter um bom discurso, ser puro de alma é seguir os mandamentos e coloca-los em prática.
Portanto no (mundo), e quando digo "mundo" são as pessoas que seguem o sistema de satanás, um número grande, mas pequeno aos olhos de Deus já que ele tem o poder de purifica-las, almas que futuramente serão purificadas pelo sangue de Jesus, que sacrificarao suas vontades e seus desejos carnais por amor a ele. 


Para ser e permanecer puro ou pura é uma guerra constante contra você mesmo, contra o mundo e contra o diabo, portanto; é pura ilusão achar que seguir jesus é caminhar pelo caminho "lite", o dito: caminho da facilidade e do conforto, onde as pessoas ficam a vontade para "fazerem tudo oque querem" fazendo com que a idéia de ser alma pura seja afastada de imediato. 
Somos todos pecadores isso é óbvio, mas precisamos firmar a idéia de sermos justos e almas redimidas e com a certeza da salvação após a morte, caso você não tenha essa certeza, então; há algo errado, pois não pode haver dúvidas.


Jesus Cristo, anjos, arcanjos e entre outros seres celestes que não conhecemos, residentes de um vasto universo celestial que até hoje desconhecemos (fisicamente) seres puros que nunca se contaminaram com o pecado são exemplos que devemos tentar seguir mesmo sob maldição, me lembro que muito tempo atrás "quando eu não estava muito bem" um dirigente de uma determinada igreja me disse que se eu não nascesse de novo sempre seria o mesmo e nunca me libertaria da velha criatura, ele estava certo, até hoje não é fácil lutar e permanecer, pois o caminho para ser puro é apertado e creio que até mesmo ele e os demais dirigentes passam pelo "deserto" batalhando o bom combate, branqueando suas vestes para a volta do "noivo". Eles sabem que são imperfeitos e que precisam renovar a salvação, no meu caso luto todos os dias para permanecer firme com jesus e espero que você leitor esteja ciente de quê a sua dependência de Deus deva permanecer até o fim de seus dias, lute não desista !

Enquanto isso no paraíso o qual Deus têm prometido aos vencedores, será um reino onde o pecado não terá espaço, onde a verdadeira santidade reinará com grande júbilo, anjos e todos aqueles que preservaram suas vestes, os ditos: Santos da grande tribulação aqueles que no futuro ficarão para trás (pois antes aparentavam um falso cristianismo) e após o arrebatamento enfrentarão o Anticristo, resultando em martírio, por não negarem a fé em jesus, e sofrerão perseguição tamanha que até os soldados da besta duvidara de quê lado estão. Os mártires serão automaticamente branqueados com às vestiduras brancas 
(que significa pureza) que serão mortos mas "vivos" para algo maior. Se os seres celestiais são puros, imagine meu amigo e amiga como deve ser a convivência no reino celestial, veja o que está escrito no livro das revelações :

E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.

No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.

E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.
E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome.

E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão para todo o sempre.

E disse-me: 

Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.

Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.

Apocalipse 22:1-7

Medite, ser puro é tão importante do que viver a toa e fazendo oque não agrada a Deus, que concerteza garantirá a sua entrada no Reino de Deus. Não importa o que os outros dizem não dê ouvidos ás críticas, pois a salvação é individual. No entanto a verdadeira pureza vem de um coração novo nascido do espírito, que assim abre a porta para Cristo deixando-o entrar e fazer morada, mas tudo vai depender de você.



Autor: Luciano Silva



O PERIGO DE QUERER BARGANHAR COM DEUS




“Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?”

(Sl 116.12 )

Um dos mais sérios erros dos defensores da “teologia da prosperidade” é orientar seus seguidores a barganharem com Deus, como se uma oferta ou um dízimo fosse o suficiente para que Deus se tornasse nosso devedor. Muitos têm tratado estas e demais contribuições como “investimentos”, como um “toma-lá-dá-cá”, como se Deus se prendesse a gestos feitos pelos homens. Deus tem compromisso com a Sua Palavra, portanto nada disso é previsto nas Escrituras como um laço que obrigue Deus a enriquecer quem quer que seja. Na verdade, nossas contribuições financeiras (sejam elas ofertas ou dízimos) são um reconhecimento de que já fomos abençoados por Deus. Paulo deixa claro que Deus não deve nada a ninguém (cf Rm 11:34-36). A pergunta de Paulo continua válida em nossos dias: “quem deu primeiro a Ele para que depois possa ser retribuído?”. Nós contribuímos financeiramente porque recebemos do Senhor primeiro, e não o contrário. Precisamos entender que ninguém dá a Deus antes, para depois ser retribuído.Muitos, por estarem interessados apenas em milagres, curas e prosperidade material, já não buscam a Deus pelo que Ele é. Na verdade, não querem conhecer a Deus, mas somente barganhar com o Senhor. São condenáveis os “sacrifícios”, os “carnês” e toda e qualquer espécie de contribuição financeira que é dada com o intuito de estabelecer uma barganha com Deus. Certamente, essas pessoas estão incorrendo num grande perigo: a perdição eterna. Deus nos concede suas bênçãos não porque tenhamos algum poder de barganha, mas porque Ele nos ama e quer aprofundar o seu relacionamento conosco.

 A BARGANHA NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento.

 Um exemplo clássico de barganha no Antigo Testamento é o caso de Jacó. Fazer um voto era um meio de barganha, de troca entre os homens e a divindade, um “toma-lá-dá-cá“. Esta era uma demonstração da cultura gentílica. E esta ideia de barganha entre o homem e a divindade está por trás do primeiro voto mencionado na Bíblia, que foi o voto de Jacó, feito quando de sua fuga para Harã: “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir, e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR será o meu Deus; e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres certamente te darei o dízimo”
(Gn 28:20-22).Vemos neste voto de Jacó a idéia de “barganha” com Deus, algo que jamais se aprovou nas Escrituras, mas que, infelizmente, está por detrás da grande e esmagadora maioria dos votos que se fazem hoje na Igreja.Jacó agiu sob a influência cultural gentílica, não tinha ainda uma experiência com Deus e pensou que o Senhor pudesse ser “comprado” com um voto. Na verdade, Jacó barganhou por menos que o Senhor lhe havia prometido (cf Gn 28:14). Sua fé ainda não era forte o suficiente para levar Deus a sério, de modo que Jacó condicionou o pagamento do dízimo ao cumprimento das promessas do Senhor. Deus, efetivamente, abençoou a Jacó, mas não foi por causa do voto que Jacó lhe fez, e sim, por causa da fidelidade do Senhor às promessas que havia feito a Abraão e a Isaque, promessas que, aliás, haviam sido renovadas, no sonho, pelo próprio Deus a Jacó 
(Gn 28:13-15).O voto, enquanto barganha, enquanto “troca de favores”, é, portanto, algo que se encontra totalmente fora de cogitação no relacionamento entre Deus e os homens, ante a constatação de que Deus é soberano e que ao homem cabe apenas submeter-se a este Deus Todo-Poderoso.

Mas, se o voto não é barganha, o que é então?

O voto é manifestação voluntária, ou seja, a declaração de vontade de alguém que é dirigida a Deus, um Deus que fez o homem com o direito de fazer escolhas e de expressar livremente a sua vontade. Todavia, qualquer ideia de barganha é infrutífera.

Deus, que é único, que é soberano e a quem pertence toda a Terra e tudo que nela há (Sl 24:1;1Co 10:26), não é “comprável” com presentes. Aliás, abomina os que se deixam levar por presentes (2Cr 19:7; Is 45:13). Se Deus é soberano, se tem o controle de todas as coisas, por que haveria de se vender a um ser humano por causa de um “voto”, de uma “promessa”?

 No Novo Testamento

Um exemplo clássico de barganha no Novo Testamento é o caso de Simão, o mago, que ofereceu dinheiro a Pedro e a João em troca da capacidade de se conceder o batismo com o Espírito Santo
 (At 8:18-21).Um dos mais sérios erros dos defensores da “teologia da prosperidade” é orientar seus seguidores a barganharem com Deus, como se uma oferta ou um dízimo fosse o suficiente para que Deus se tornasse nosso devedor. Muitos têm tratado estas e demais contribuições como “investimentos”, como um “toma-lá-dá-cá”, como se Deus se prendesse a gestos feitos pelos homens. Deus tem compromisso com a Sua Palavra, portanto nada disso é previsto nas Escrituras como um laço que obrigue Deus a enriquecer quem quer que seja. Na verdade, nossas contribuições financeiras (sejam elas ofertas ou dízimos) são um reconhecimento de que já fomos abençoados por Deus. Paulo deixa claro que Deus não deve nada a ninguém 
(cf Rm 11:34-36). A pergunta de Paulo continua válida em nossos dias: “quem deu primeiro a Ele para que depois possa ser retribuído?”. Nós contribuímos financeiramente porquê recebemos do Senhor primeiro, e não o contrário. Precisamos entender que ninguém dá a Deus antes, para depois ser retribuído.

a) O teu dinheiro seja contigo para perdição. Nenhum cristão verdadeiro será entregue à perdição (João 3:16).

b) Não tens parte nem sorte neste ministério. Em outras palavras, não fazia parte da comunhão dos santos.

c) O teu coração não é reto diante de Deus. Uma descrição apropriada para uma pessoa que não é salva e que quer barganhar com Deus.

d) Estás em fel de amargura e laço de iniquidade. Palavras como essas não poderiam ser usadas para uma pessoa regenerada.O nome “Simão” deu origem à palavra moderna “simonia“, a tentativa de comercializar coisas sagradas. A “simonia” inclui a venda de todas as formas de comercio relacionadas a questões divinas. Hoje, é aplicada aos mercadores da fé, que oferecem as bênçãos divinas mediante o pagamento de certa quantia em dinheiro. O apóstolo Paulo via, com muita tristeza, o crescimento dessa tendência mercadológica; para combatê-la, usou uma palavra cujo sentido é “falsificar ou mercadejar a Palavra de Deus”. Isso envolve práticas de “simonia” e adulteração da Palavra de Deus; é transformar o cristianismo numa prática comercial, visando apenas interesses pessoais.Atualmente, uma das práticas que caracterizam a “simonia” é a da falaciosa “restituição“. Esta prática ficou popularizada no cântico cujo refrão é “Restitui… eu quero de volta o que é meu”. Esta prática é, também, uma fonte de dinheiro para muitos inescrupulosos que, através de “campanhas de restituição”, têm levado multidões a “exigir de Deus o que foi tomado, o que é meu” e, além de lhes causar a abominação do Senhor, ainda por cima acabam tomando o que havia ficado, por meio de ofertas e “sacrifícios”, habilmente solicitados nestas mesmas campanhas. Irmão e amigos, nós não temos direito a nada! A própria expressão bíblica exarada em Romanos 3:23 já diz tudo: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”Rm 3:23). O salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Somos salvos pela graça(Ef 2:8). Tudo que temos é por causa da graça de Deus. Exigir de Deus algo que não merecemos é um acinte ao nome preciso do Senhor.Ainda há aqueles que, induzidos por certos pregadores (pregadores?), que desprezando a soberania divina, passam a determinar seus “direitos” e a decretar suas “posses” como se o Senhor lhes fosse um mero empregado. Isto é falta de reverencia e temor a Deus.Portanto amados irmãos, não podemos compactuar com estas práticas de “restituição” e de tudo o que envolva esta idéia, pois ela é pura e simplesmente manifestação de rebelião contra Deus. Como sabemos, “… a rebelião é como o pecado de feitiçaria (1Sm 15:23). Que Deus nos guarde, pois os feiticeiros e os idólatras ficarão do lado de fora da cidade santa
 (cf. Ap 21:8; 22:15).Ao acharmos que algo é “nosso”, que deve ser devolvido, estamos afirmando uma ilusória independência do homem em relação a Deus, exatamente o que fez o primeiro casal pecar e perder a comunhão com o Senhor. Ao invés de “querer de volta o que é nosso”, devemos ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que foi expresso pelo apóstolo Paulo numa das suas frases lapidares: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20).

As Escrituras condenam a barganha. 

Por tudo que vimos nos dois itens anteriores, está claro que as Escrituras condenam a barganha com Deus. A verdadeira prosperidade do povo de Deus como é ensinada na Bíblia não é barganha com Deus, uma troca com Deus, eu dou 10 para receber 20, não. Infelizmente, muitos estão indo atrás de Jesus não porque queiram ter vida eterna, mas apenas para obter estas vantagens, que, a cada dia que passa, o sistema econômico lhes vai negando. Querem não servir a Jesus, mas, sim, se servir de Jesus e é precisamente esta a mensagem antropocêntrica da “teologia da prosperidade”. Estas pessoas, como diz o apóstolo Paulo, são as mais miseráveis criaturas humanas da face da Terra (1Co 15:19), porque, sabendo quem é Jesus e o que veio fazer neste mundo, querem apenas dEle se servir para terem bens e tesouros que nada lhes representará na eternidade. São pessoas que, infelizmente, não seguem a doutrina de Cristo que, tão explicitamente exposta no sermão do monte, nos manda ajuntar tesouros no céu e não na terra, pois onde estiver o nosso tesouro, ali estará o nosso coração (Mt 6:19-21).

PRESSUPOSTOS DA “TEOLOGIA DA BARGANHA”

 A falsa doutrina do direito legal. 

A “teologia da barganha” tem como pressuposto a doutrina do “direito legal” do crente. Esta falsa doutrina tem como mentor Essek William Kenyon. Para ele, Deus ao instituir o homem como seu mordomo, deu “direitos legais” ao homem, que foram, com a queda, transferidos a Satanás que, “legalmente”, hoje domina a terra e a criação terrena. Para ser mais explícito, Kenyon quis dizer que a queda do homem foi um ato legal, isto é, Adão tinha o direito legal de transferir a autoridade e o domínio que Deus tinha posto em suas mãos para as mãos de um outro. Isto dá a Satanás o “direito legal” de ditar regras ao homem e à criação. Isto quer dizer que Satanás faz parte da redenção do ser humano (cic). A redenção seria uma fórmula pela qual Deus toma esses “direitos” de Satanás, livrando o homem do seu domínio. É esta a ideia-mestra de todas as “determinações”, “declarações” e “exigências” que caracterizam os “pregadores do positivismo”.

No entanto, tal pensamento não tem o menor respaldo bíblico. Deus nunca deixou de ser o Ser Soberano, o Ser Supremo. Quando a Bíblia nos diz que o homem foi constituído como ser que dominaria sobre as demais criaturas terrenas 
(cf. Gn 1:26-28), tal deve ser compreendido dentro do princípio de que o homem é “imagem e semelhança de Deus”, ou seja, de que jamais o homem teria “direitos legais” diante de Deus, mas o homem foi feito um “mordomo”, ou seja, um servo que era superior às demais criaturas divinas, mas que não deixava de ser servo, tanto que, ao conscientizar o homem de que ele era “livre”, Deus o fez por meio de uma ordem 
(cf. Gn 2:16,17), deixando bem claro quem era a autoridade, quem mandava e quem deveria obedecer.

A prática do determinismo

Esse é um dos pressupostos usuais da “teologia da barganha”. A falaciosa “doutrina do determinismo” insinua, dentre outras aberrações “teológicas”, que não é mais preciso orar, e sim apenas “determinar”.
Para os seguidores desta prática vergonhosa não se deve orar a Deus rogando a Ele que faça “segundo a sua vontade”, e sim impor a nossa vontade a Deus. Isso vai de encontro o que a Bíblia Sagrada nos ensina: “Esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, SEGUNDO A SUA VONTADE, ele nos ouve“(1João 5:14).
Hoje temos visto falsos mestres ensinando que a oração da fé precisa determinar para Deus o que queremos. Este falso ensino proclama que oração é a vontade do homem prevalecendo no céu em vez da vontade de Deus prevalecendo na terra.

Analise a estrutura da oração-modelo que o Senhor deixou -- o “Pai Nosso“(Mt 6:9-13). Ela nos revela que não há lugar para o “EU” e nem para o determinismo arrogante. Senão vejamos: “Pai nosso, que estás no Céu” -- nossa posição: filhos de Deus; “Santificado seja o teu nome” -- nossa posição: adoradores; “Venha o teu Reino” -- nossa posição: súditos; “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no Céu” -- nossa posição: servos; “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” -- nossa posição: dependentes; “Perdoa-nos as nossas dívidas” -- nossa posição: pecadores; “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” -- nossa posição: fracos espiritualmente. Portanto, submissão à vontade de Deus, e não imposição da nossa vontade a Deus, é o alicerce da nossa confiança na oração. Aliás, devemos temer orar por qualquer coisa que não esteja de acordo com a vontade de Deus.

Devemos estar cientes que Deus é soberano sobre tudo e sobre todos: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos”
(Is 55:8). “O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo. Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos em força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais a sua vontade. Bendizei ao Senhor, vós todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio! Bendizei, ó minha alma ao Senhor!” (Salmo 103:19-22). “E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4:35).

Em fim, prosperidade segundo a Bíblia não é determinismo, e sim benção de Deus. Porque sem a benção de Deus não há o que se falar em prosperidade. Sabe por quê? “Porque a benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores” 
(Pv 10:22). A prosperidade verdadeira consiste na bênção do Senhor. Quer sejamos pobres, ou ricos, a presença e a graça do Senhor são o nosso maior tesouro.

O PERIGO DE BARGANHAR COM DEUS

 O perigo de se ter um Deus imanente, mas não transcendente

Deus é transcendente e imanente. Ou seja, a despeito de habitar nas alturas mais insondáveis, e apesar de infinito e imenso, não permanece alheio às suas criaturas. Assim, ao longo dos séculos, o Eterno vem se comunicando com o homem, direta ou indiretamente. Ele tem prazer de ser assim com o ser humano; é tanto que, após o pecado do homem, Ele proveu o Cordeiro imaculado, Jesus Cristo, para através de sua morte vicária resgatar o ser humano ao estado original da criação.
Embora Deus tenha o prazer de atender ao ser humano em suas necessidades, não podemos nos esquecer que Ele é soberano e está acima de toda criação. Deus é superior ao homem e, portanto, o homem não pode querer esquadrinhar os Seus pensamentos ou entender os Seus propósitos, a não ser pela própria revelação divina.

Conquanto a natureza possa nos fazer inferir que haja um Deus, não permite que nós, através dela ou da razão, possamos descobrir os mistérios e as profundidades do pensamento divino, pois Deus é Deus e nós, meros homens. Ou seja, Deus é transcendente -- Ele é diferente e independente da sua criação (ver Ex 24:9-18; Is 6:1-3;40:12-26; 55:8,9). Seu Ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada 
(1Rs 8:27;At 17:24,25).

Atualmente, os teólogos adeptos da “teologia da barganha”, tentam, a bel prazer, priorizar a relação de Deus com a criação, ignorando propositalmente a soberania e a vontade de Deus. Ninguém deve, jamais, pensar que é merecedor de qualquer coisa que parta de Deus. Isso deve se aplicar a todos os aspectos da vida do cristão, desde o ar que respiramos, passando pela salvação provida na cruz, ou qualquer outro benefício que venhamos a receber dEle
 (Tg 4:13-15).

Quando vemos as promessas divinas, como ato soberano de Deus, temos motivos para nos humilhar perante Sua potente mão e reconhecermos que não passamos de homens e mulheres carentes de Sua graça. É uma pena que alguns cristãos não estejam se apercebendo disso, resultando em excessos na oração e nas pregações. De vez em quando, vemos e ouvimos pregadores que oram determinando bênçãos às vidas de seus expectadores. Alguns, mais ousados, querem pôr Deus no “canto da parede”, justificando, não poucas vezes, que Deus, ao prometer, não pode mais voltar atrás, tornando-se, assim, escravo de Sua palavra. Tal ensino é um acinte à soberania divina, uma verdadeira blasfêmia, que não ficará impune. Deus não tem que dar satisfação a ninguém, a não ser a Ele mesmo. Ao assumir um compromisso, como diz o a Bíblia em Isaías 55:10,11, assume um compromisso com Ele mesmo. Deus é fiel, como dizem as Escrituras 
(1Co 1:9; 10:13; 2Co 1:18), ou seja, cumpre a sua Palavra, não porque o homem passe a Lhe mandar, mas, sim, porque o caráter de Deus diz que Ele não muda 
(Ml 3:6), é a verdade (Dt 32:4; Jr.10:10), é Justo (Ex 9:47; 2Cr 12:6; Sl 11:7) e que, portanto, sua Palavra só pode ser “sim e amém” (2Co 1:20). Certo teólogo afirmou que Deus “pode fazer tudo o que quer, mas não quer fazer tudo o que pode”. Isto significa que o poder de Deus está sob o controle de sua sábia vontade.

O perigo de se transformar o sujeito em objeto. 

Hoje estamos assistindo ao fenômeno do mercadejamento da fé. A falaciosa “teologia da barganha” tem, vergonhosamente, transformado a fé em um grande negócio rentável e cada vez mais crescente. Isso tem trazido prejuízos enormes para a Igreja do Senhor Jesus. Há pastores que transformam o púlpito em uma praça de negócios, e os crentes em consumidores. São obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes do dinheiro e estão embriagados pela sedução da riqueza. Há pastores que mudam a mensagem para auferir lucros. Pregam prosperidade e enganam o povo com mensagens tendenciosas para abastecer a si mesmos.

A briga por espaços na mídia tem sido assaz notória, vendendo uma ilusão de que seus ministérios são aprovados por Deus, quando na verdade eles estão iludindo uma parcela dos que cristãos dizem ser, que não entendem que essa atitude mercantilista é reprovada por Deus. O Senhor em Sua Palavra, já nos primórdios da fé cristã, já advertia os crentes que muitos seriam feitos negócio com palavras fingidas de pessoas inescrupulosas (2Pe 2:3). Antes mesmo da formação da Igreja, o profeta Ezequiel já indicara a existência de pastores infiéis, que têm como objetivo tão somente explorar as ovelhas 
(Ez 34:4). Eles estão mais interessados no dinheiro das ovelhas do que na salvação delas. Eles negociam o ministério, mercadejam a Palavra e transformam a igreja em um negócio lucrativo.Vergonhosamente, pastores e mais pastores estão se desvinculando da estrutura eclesiástica e rompendo com suas denominações para criar ministérios particulares, em que o líder se torna o dono da igreja. A igreja passa a ser uma propriedade particular do pastor. O ministério da igreja torna-se um governo dinástico, em que a esposa é ordenada, e os filhos são sucessores imediatos. Não duvidamos de que Deus chame alguns para o ministério específico em que toda a família esteja envolvida e engajada no projeto, mas a multiplicação indiscriminada desse modelo é deveras preocupante. O meu maior desejo é que esses pastores convertam-se dos seus maus caminhos, antes que seja tarde demais, antes que sua mente fique cauterizada e a apostasia não mais ofereça lugar à piedade e a honestidade 
(ler Pv 29:1).

O perigo da espiritualidade fundamentada em técnicas e não em relacionamentos. 

Os adeptos da “doutrina da barganha” têm transformado o relacionamento com Deus em algo meramente técnico e interesseiro. Segundo seus ensinamentos, para se obter o que se deseja de Deus é preciso fazer quatro coisas, as chamadas “regras da fé” ou “fórmulas da fé”, a saber:

a) confessar o que você quer.

b) crer que você tem aquilo que você quer.

c) receber o que você quer.

d) contar aos outros que você tem o que você quer.

De pronto, observamos que a soberania de Deus não é levada em consideração. Tudo gira em torno do que “você quer”, sem que se indague se o que se quer é o que Deus quer. Desprezam a realidade de que, apesar de sermos filhos de Deus, somos totalmente submissos à sua vontade e à sua soberania, como Jesus mesmo nos ensinou na oração-modelo -- “o Pai nosso” -- e na sua oração no jardim do Getsêmane(vide Lc 22:42); veja também 1João 5:14.
Temos, portanto, mais uma vez, evidenciado que a “doutrina da barganha” diviniza o homem, dá uma “roupagem evangélica” para o desejo pecaminoso de se ser independente de Deus. Que Deus nos guarde de agirmos assim, pecando contra a Sua soberania.

CONCLUSÃO

A Bíblia não ensina a fazer-mos uma barganha com Deus, não somos ensinados a ter que dar tanto para receber tanto. Deus não se condiciona aos nossos caprichos. Quando nos abençoa é pela sua misericórdia e tudo que recebemos é por sua infinita graça. Aliás, os “teólogos da barganha” conhecem pouco acerca da doutrina da graça, uma doutrina tão defendida pelos reformadores. O Deus Todo-Poderoso, que conhece tudo e que faz infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, está sendo trocado por, Aladim o gênio da lâmpada, que só é buscado quando precisam de algum favor. Um Deus que tem que cumprir com todos pedidos dos pregadores da Fé.



|  Autor: Luciano Santos  |  Divulgação: estudosgospel.com.

O JUGO DE JESUS




Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para  a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. 

Mt 11:29,30.

De principio, tive dificuldade em compreender porque Jesus nos convida a “tomar Seu jugo”. Jugo, em meu entendimento, sempre esteve relacionado a escravidão, peso. Como poderia alguém se tornar livre, portando um jugo? Acompanhemos um breve relato do significado e aplicação do jugo:
No hebraico, a palavra para jugo é "môt" - Peça de madeira que serve para emparelhar dois animais para o mesmo trabalho. Era proibido prender sob o mesmo jugo dois animais de espécie diferentes. Jugo, portanto, era uma espécie de disciplina para os animais.Também significava medida agrária equivalente ao que podia um par de bois lavrar num dia.

Jugo na história romana 

Em roma existia um lugar chamado sororium tigillum onde aconteciam verdadeiros festivais de humilhação. Uma trave de madeira, era usada para obrigar os condenados a passar por baixo, sob brados da plateia. Essa prática, era terrível, contudo devolvia ao subjugado o seu lugar na coletividade.Exércitos vencidos, eram obrigados a passar embaixo do jugo dos vencedores. É famoso o caso do exército Caudino que em 321 a. C subjugou o exército romano, humilhando seus soldados com a passagem pelo jugo.

O Jugo do Mundo

O jugo era sempre pesaroso, difícil de carregar. Ninguém se alegrava em servir sob o jugo do inimigo. Animais sob o jugo, trabalhavam bem e com disciplina, mas sofriam as penas da dor física e falta de liberdade. O pecado é considerado um jugo semelhante,  que condiciona o homem à servidão, provocando consequências de toda ordem: Física, moral, espiritual, psicológica, social, enfim.  E há uma contradição, válida, para o jugo do pecado: Ele é pesado, mas se apresenta disfarçado de leve . O prisioneiro vive como que uma ilusão, recebe o jugo para se sentir livre (?) e acaba prisioneiro mil vezes mais. Ao curso do tempo - a longo ou curto prazo- ele será levado para o “sororium tigillum” onde humilhado, cairá pelas mãos do inimigo: Cigarro, álcool, pornografia, mentiras, roubo, corrupção.  Como se livrar de tudo isso?

Jugo da Lei e de Roma

A nação de Israel, na época do nascimento de Jesus, estava sob o domínio de Roma que com o comando de Pompeu, submeteu a Judeia em 63 a.C. A época era de forte opressão, econômica, social, politica e religiosa. As pessoas viviam aguardando libertação do pesado jugo romano. A grande maioria dos sacerdotes, havia se corrompido pela associação com o corrupto poder politico e pelas muitas correntes doutrinárias , citando algumas: Fariseus, saduceus, zelotes, herodianos.
Onde estava a liberdade? Ela era aguardada. Judeus e gentios, ansiavam pelo Messias. Ele era a esperança, proclamada desde o principio por Abraão e reafirmada por Moisés e os antigos profetas. Messias, em hebraico, significa Ungido. Um termo originalmente usado para designar um Sumo Sacerdote sob cuja
 cabeça era derramado o óleo da unção, como forma de consagração, autoridade ( I Sm 16: 1-13)

“Acontecerá naquele dia, que o peso será tirado do seu ombro, e o seu jugo, do teu pescoço será despedaçado por causa da unção

  Is 10:27 . Aleluia!

Um Novo Reino

Jesus surge em tempo de crise para Israel que aguardava a libertação. Contudo, a nação apostava em um rei politico, que tomasse o poder das mãos de Roma e libertasse o povo dos impostos abusivos, da servidão aos imperadores. Jesus nasce em uma pequena aldeia chamada Belém e cresce como Nazareno. Nazareno, não só porque escolhera morar em Nazaré, mas porque essa era uma designação dada aos homens separados para exercer o sacerdócio (Nm 6:1, Jz 13:5, Am 2:12 ). Jesus era (é) o Messias Nazireu, o Ungido e separado. O despedaçador de jugos!

A salvação anunciada, havia chegado. Não através de um rei perfeito de porte e comandante de legiões de soldados, montados em cavalos, armados de escudos e lanças. O Rei não era essa figura temida, cujas características externas assombravam pelo vigor e força. Jesus era o oposto da soberba e violência que remete ao militarismo. Ele estava ali, em Israel, anunciando e cumprindo um Novo Reino, destinado aos humildes de coração. Toda a força, seria resultado da comunhão com Deus, Comandante Maior.

“E naqueles dias, aparece João Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus” 

Mt 3:1,2.

O Jugo de Jesus


Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:29-30
Um reino destinado aos simples de coração. O passado de todo e qualquer homem, determina seu presente. O erro de um dia, pode refletir por toda a vida. Um homem subjugado ao pecado, é um escravo que sofre dias, meses, anos. Jesus se apresenta como solução, não apenas para a nação de Israel, mas para todos os cansados e oprimidos, em todas as nações. Ele é a a própria paz.
O jugo de Jesus é leve, porque doutrina o homem para o caminho do bem e ao se fazer o bem, se é recompensado. O jugo de Jesus, liberta do pecado e conduz a uma nova vida. Ao dizer: “Tomai o meu jugo”, Ele diz: “ Tire esse enorme peso que carregas e receba de mim algo leve, suave, que te dará descanso. Meu jugo é muito mais leve que do que o sistema romano, a corrupção, a mentira, a opressão, a miséria, a doença, o medo, a religião, a injustiça, o inferno.”
A palavra suave que adjetiva o jugo de Jesus é traduzida como chrestos (strong 5543): usar, útil, agradável, bom, confortável. O jugo de Jesus, não é um fardo, mas uma utilidade agradável. É algo que corrige, exige, mas de forma a não oprimir. Cristianismo é relacionamento com Jesus. É recebe-Lo em sua vida e aprender Dele. Jesus é jugo que permite descansar. Tomar o jugo de Jesus é renunciar aos jugos do mundo. Isso pode lhe causar alguma dor de principio, e também de meio, e fim, mas será incomparavelmente melhor que usar o pesado e doloroso jugo do pecado que conduz a morte eterna.


Em Cristo: Que veio, vive e é a nossa Salvação!


| Autor: Wilma Rejane | Divulgação: estudosgospel.com.br |

VISITE O SITE


PANDEMIAS NA HISTÓRIA



Desde janeiro de 2020, a crescente proliferação do novo Coronavírus transformou-se em um dos maiores desafios da humanidade. Entretanto, lidar com uma pandemia infecciosa de proporções continentais e mundiais não é algo recente na história. Surtos de doenças repetem-se pelos séculos com algumas semelhanças tanto na forma de propagação quando de contenção destas doenças. Dessa maneira, podemos equiparar esta pandemia com outras que ocorreram anteriormente e criar alguns paralelos entre os casos.

Pandemia: conceito e características 


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, Pandemia é um termo usado para uma determinada doença que rapidamente se espalhou por diversas partes de diversas regiões (continental ou mundial) através de uma contaminação sustentada. Neste quesito, a gravidade da doença não é determinante e sim o seu poder de contágio e sua proliferação geográfica. 

“Pandemia não é uma palavra para ser usada à toa ou sem cuidado. É uma palavra que, se usada incorretamente, pode causar um medo irracional ou uma noção injustificada de que a luta terminou, o que leva a sofrimento e mortes desnecessários”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, durante a proliferação da Covid-19 em março de 2020. 

É preciso destacar que Pandemia tem conceito diferente de Endemia e Epidemia. No caso das Endemias, se classificam doenças que se encontram em uma determinada zona de maneira permanente durante anos e anos. 
Já as epidemias são classificadas quando existe o aumento de casos até um máximo de infecções e depois uma diminuição dos mesmos. Os dois se diferem da pandemia, que a grosso modo ocorre em todo um continente ou em todo o mundo ao mesmo tempo”.

Histórico das Pandemias

Nos últimos 30 anos, tem crescido o número de surtos de vírus, proliferando assim as doenças que assolam todo o mundo. Entretanto, relatos históricos de pandemias vão além do século XX e já preocupam a humanidade há dois mil anos. Vamos relembrar alguns casos mais famosos?

Peste de Justiniano

Um dos primeiros casos de Pandemia registrados é a Peste de Justiniano, acontecida por volta de 541 D.C. e que se iniciou no Egito até chegar à capital do Império Bizantino. Provocada pela peste bubônica, transmitida através de pulgas em ratos contaminados, a enfermidade matou entre 500 mil a 1 milhão de pessoas apenas em Constantinopla, espalhando por Síria, Turquia, Pérsia (Irã) e parte da Europa. Estima-se que a pandemia tenha durado mais de 200 anos.

Peste Negra

Em 1343, a peste bubônica foi mais uma vez a causa de outra pandemia que assolou em sua totalidade os continentes asiático e europeu: A Peste Negra. Com seu auge até o ano de 1353, a Peste ainda apareceu de forma intermitente até o começo do século XIX e matou entre 75 a 200 milhões de pessoas. 

Gripe Russa

Já em 1580, existem relatos da primeira pandemia de gripe, que se espalhou por Ásia, Europa, África e América. Séculos depois, em 1889, a Gripe Russa foi a primeira a ser documentada com detalhes, com proliferação inicial de duas semanas sobre o Império Russo e chegando até o Rio de Janeiro. Ao todo, 1 milhão de pessoas morreram por conta de um subtipo da Influenza A. 

Gripe Espanhola

Em 1918, a Gripe Espanhola causou a morte de 20 a 50 milhões de pessoas, afetando não só idosos e pacientes com sistema imunológico debilitado como também jovens e adultos. Com possível origem nos Estados Unidos, essa enfermidade quase dizimou as populações indígenas e levou a óbito cerca de 35 mil brasileiros. 
Com outras variáveis durante o século XX, a gripe ocasionou surtos pandêmicos nos anos de 1957 e 1968. Já em 2009, uma variação da Gripe Suína – anteriormente evitada na década de 70 – assolou a América do Norte, Europa, África e Ásia oriental.
Semelhanças entre Covid-19 e outras pandemias
Mesmo com origens distintas, o que mais se assemelha entre os surtos pandêmicos é o comportamento humano perante as enfermidades. Um primeiro ponto a se observar se deve ao fato do temor da população as doenças ter ligação direta com os primeiros métodos de prevenção. 
Foi durante a Peste Negra que a cidade de Veneza adotou o conceito de quarentena, herdado do Velho Testamento da Bíblia como tempo de isolamento para surtos de hanseníase na antiguidade. 

Entretanto, outra “herança” dos surtos de pandemia que se repete a cada novo caso não é justamente uma vantagem para a prevenção. Com medo e certa falta de conhecimento, as pessoas acabam se apegando a crendice popular ou informações falsas para se prevenir. 
Sobre a Gripe Espanhola na Bahia, a historiadora baiana Christiane Maria Cruz de Sousa, do Núcleo de Tecnologia em Saúde do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, declarou em sua tese:
“Aconselhava-se à população precaver-se, fazendo uso de limonadas, quinino, aspirina e piramidon, evitando contato com os doentes. A limonada era prescrita em virtude do teor de vitamina C contido no limão, o que podia contribuir para aumentar a imunidade. O quinino era tido em todo país como preventivo da gripe, ainda que durante a epidemia tenha se mostrado totalmente ineficaz; os outros remédios eram analgésicos e febrífugos, que só teriam valia para atenuar os sintomas dos já acometidos pela doença”.
Hoje, as recomendações de prevenção à Covid-19 têm foco total em isolamento social e em maiores cuidados higiênicos, primeiro passo quase universal para impedir a proliferação das enfermidades. 
Mesmo com suas diferenças biológicas, sociais, temporais e geográficas, as pandemias costumam resguardar alguns pontos em comum, como o caos social, mudanças de comportamento e disseminação de informações falsas.

Olhando para trás, fica clara a necessidade de investir e valorizar cada vez mais as pesquisas científicas, os estudos e os profissionais da saúde. Afinal, mesmo com um histórico tão grande de pandemias, ainda temos muito o que avançar para impedir que esse tipo de fenômeno volte a assolar de forma terrivelmente fatal a humanidade.


Fonte:
https://www.sanarmed.com


OQUE SIGNIFICA A COROA DA VIDA ?

 


O simbolismo da “coroa” está em várias passagens bíblicas: “Coroa de ouro” (Sl 21.3; Ap 14.14); “coroa de glória” (Pv 4.9; Is 28.5; 1 Pe 5.4); “coroa de honra” (Pv 16.31); “coroa de espinhos” (Mt 27.29); “coroa da justiça” (2 Tm 4.8); “coroa da vida” (Tg 1.12).

Vejamos os dicionários:

        Dicionário VINE (W.E.Vine) – COROA, substantivo. Do grego stephanos, primariamente, aquilo que cerca, como um muro ou multidão, denota (a) “a coroa de vencedor”, o símbolo de triunfo nos jogos ou em competições semelhantes; consequentemente, por metonímia, recompensa ou prêmio; (b) “prova de honra pública” por distintos serviços prestados, coragem militar, etc., ou de alegria nupcial ou júbilo festivo, sobretudo na parousia de reis. Era entretecida como guirlanda de carvalho, hera, salsa, murta ou oliveira, ou em imitação destes em ouro. Em algumas passagens, a referência aos jogos está clara (1 Co 9.25; 2 Tm 4.8), “coroa da justiça”); o mesmo pode se dar assim em 1 Pe 5.4, onde a inarcessibilidade da “coroa de glória” é posta em contraste com as guirlandas da terra. Em outras passagens, figura como emblema de vida, alegria, recompensa e glória (Fp 4.1; 1 Ts 2.19; Tg 1.12; Ap 2.10; 3.11; 4.4,10), de triunfo (Ap 6.2; 9.7; 12.1; 14.4). É usado para referir-se à “coroa de espinhos” que os saldados trançaram e puseram na cabeça de Jesus Cristo (Mt 27.29; Mc 15.17; Jo 19.2.5)”.

Dicionário Teológico (Claudionor C. de Andrade) – COROA: Ornato de forma circular que se coloca sobre a cabeça como símbolo de poder, dignidade e distinção. No Novo Testamento, a coroa é o emblema dos galardões que os santos receberão quando da vinda de Jesus Cristo (Ap 4.10).

“E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória” 

(1 Pe 5.4).

“Desde agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” 

(2 Tm 4.8).

“Bem-aventura o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam”
 
(Tg 1.12).

Em resumo, receber uma coroa é receber um prêmio, recompensa, galardão. A “coroa da vida” de que trata Tiago 1.12 deve ser entendida como “coroa da vida eterna”, isto é, o maior prêmio que um ser humano pode ganhar, o de viver eternamente no céu, na glória, com o Senhor Jesus Cristo.



Autor: Pastor Airton Evangelista da Costa


OS MAIS LIDOS