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O INDIVIDUALISMO DA SALVAÇÃO



Ninguém quer ir para o inferno, pois o único jeito é tentar  salvar a si mesmo com esforço e sacrifício a mando do pai celeste que só deseja obediência.
Cada pessoa em sua existência tem a responsabilidade de se manter salvo (se desejar) caso contrário, viva como quiser, tipo: "deite e rolê" e veja às consequências 
(que serão eternas)


 lembrando que a salvação é individual, pois não depende de nenhum outro e sim da fé, e de uma certeza que poderemos viver eternamente com Deus ou com o diabo,pois garantir a nossa entrada é algo que deve ser levado em consideração, que aliás nem todo mundo irá desfrutar. Muitos imaginam que irão para o céu, (um grande erro) Deus é bem direto quando diz em sua palavra de quê só há dois lugares possíveis após a morte: céu ou inferno, eles existem, e é uma realidade permanente nessa vida, mas que infelizmente são distorcidos pelo sistema mundano que quer que acreditemos que quando se morre acaba tudo dizendo que iremos para o vazio. Pois nessa  vida realizamos diversas "provas"  as quais  para muitos até pode ser um sacrifício, enquanto para outros que se empenham em livros se torna uma missão até  que "fácil", assim também é a salvação da alma a qual devemos nos focar, vivendo na prática da justiça e viver oque está escrito para finalmente conquistar a salvação, pois é algo individual e intransferível o quê de fato deve ser mantido. Portanto é imprescindível manter essa garantia todos os dias e se resguardar do leão deste mundo  saindo da vida podre de "tormento" e "dominado" pelo diabo e seus comparsas. Lembrando que: Essa vida não pode ser comparada com a vida que vivenciarmos com Deus, pois ela passa como uma palha que se é queimada no fogo. Quantas pessoas  morreram sem a salvação? Que independente do que fizeram morreram sem jesus ? E Que não o aceitaram durante a vida, e nem por alguns milésimos de segundos ou até mesmo minutos antes da última respiração ?


O corpo já não tem mais nome é apenas um cadáver pois deixou de ser o João ou a maria, matéria morta, mas e a alma ?

 Sua alma está grudada ao corpo como uma cola que dificilmente se desgruda, neste corpo ela sente sede, desejo, raiva e dor, e quando o corpo morre essas sensações vão com ela, agora te pergunto...morto sente dor ? Claro que não !Mesmo porquê a alma já não está mais lá, e provavelmente está em algum lugar fora do conhecimento humano (ciência), somente aqueles que crêem e acreditam viverão para ver a glória de Deus e seu reino, satanás não pode ver esse reino e nunca o verá pois lhe foi negado, e assim será para todos aqueles que o seguem em (atos e palavras) e serão lançados na fornalha ardente, no lago de fogo e enxofre que arderá pelo séculos dos séculos para sempre.


Em imagem ilustrativa mostra que serão poucos os vitoriosos
.

E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.


Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

Apocalipse 21:8

      A salvação é para os que estão vivos e não para os mortos, pois os que estão mortos já selaram seu destino, fizeram a escolha deles em vida. Os que morreram com jesus agora estão no seio de Abraão desfrutando da verdadeira paz e alegria, a qual este mundo jamais irá experimentar, enquanto que aqueles que morrem sem jesus se contorcem de dor, sem descanso algum, um lugar onde não existe beleza, árvores, animais, céu azul, água, e tudo oque temos, e sentimos. Você não tem noção quê no momento da morte há uma grande agitação entre os anjos e os demônios pela posse da alma daquele indivíduo que morreu de tiro, acidente de carro, vírus,doença ou a um brutal assassinato, e dependendo da vida anterior do indivíduo ele até poderá ir para o céu e visualizando  os anjos subindo, deixando assim este mundo podre ou assim dar de cara com as crias mais horrorosas do inferno, anjos caídos e odiosos. Porém, o mais triste é saber que por mais que a pessoa seja boa(aparentando uma certa bondade) isso não será capaz de livra-la do eterno castigo. Lembre-se que somente Jesus  pode salvar. Somente ele tem esse poder, e não há nenhum outro "deus" capaz de salvar. 

   Muitos se entregam ao mundo do crime achando que vão simplesmente morrer e se apagar da existência, pensando que não serão cobrados, o mesmo se diz dos que se prostituem e se entregam a orgias e todo tipo de pecado. Pois está ordenado ao homem morrer uma única vez e depois disso virá o juízo (futuro da alma). 

Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Romanos 6:23

Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo.

Hebreus 9:27

  Sim! Temos uma única vida, uma vida tão passageira quanto uma folha que cai no chão, nosso corpo envelhece, fica doente, podendo "quebrar" a qualquer momento. Não somos movidos por tecnologia humana, não fomos feitos com materiais tecnológicos para nos fazer falar, andar, respirar ou pensar. Viemos do ventre de nossa mãe, e como espermatozóides você e eu fomos escolhidos simplesmente para fazermos algo neste mundo, Deus nos deu o privilégio da vida, nos dando o livre arbítrio para que nós escolhesse-mos o caminho ideal para a verdadeira vida. Diariamente, milhares de pessoas morrem, porém; o problema não é morrer nesse mundo, e sim oque vai acontecer em seguida, se morrer servindo a Deus tudo bem, mas se morrer sem ele... isso sim será um problema. Nós, vivos estamos acostumados a vivermos o material, a sentir o físico e tudo aquilo que nos satisfaz,porém, nunca estamos acostumados com a nossa própria morte,até porquê não temos essa esperiencia ainda pois para nós humanos a vida pós morte ainda é um mistério. Portanto, é essencial que cada pessoa cuide da sua própria salvação, e viver por aquilo que ouve e prega, pois a palavra do criador nunca falha. Muitos pregadores e pessoas que conhecem a verdade, sabem que o único meio de receber a salvação e ser livre da condenação é seguir o que foi pregado pelo cordeiro e imaculado Jesus Cristo.


Autor : Luciano silva





@Lucianol.10

LINCHAMENTO PÚBLICO E A MÃO DO DIABO





Enquanto o céu estiver com um número incontável de anjos, a luz plena do Senhor da eternidade que ilumina os santos, não haverá espaço para a maldade, pois Deus é um Deus de Justiça e seu ódio ao pecado é plausível, no entanto no universo cósmico, onde milhares de demônios fazem divisão com os seres humanos, existe uma estratégia sanguinária,  um lamaçal de ódio e sangue 
(uma cegueira espiritual) derramada em cada alma solitária,  faz com que os seres humanos percam a racionalidade, dando total controle a satanás. 
Pois, satanás gosta de sangue derramado e violência, ele trabalha incansavelmente colocando uma ditadura de terror, tanto que ele criou a lei do olho- por -olho e dente por dente, uma desculpa que se é colocada para arrecadar almas em seu Reino tenebroso. Veja bem... Primeiro ele lança um pensamento ruim a qual fica a cogitar em sua mente e isso vai permanecendo meses ou anos, aos poucos vai ganhando espaço, e segundo ele já possuí a autoridade de dominar completamente, e o terceiro ele impulsiona mais idéias destrutivas com a intenção de furtar, roubar e matar. Até que você faça aquilo que ele ordenou em sua mente, para que você coloque em prática, ele não da a mínima se você irá sentir dor,tristeza ou a qualquer sentimento que seja humano, ao contrário, ele sentirá um prazer em ver a criatura sofrer e pedir misericórdia. Por isso que satanás é considerado o príncipe deste mundo pois ele seduz para depois destruir, por isso que algumas pessoas acham normal em ver outras sendo torturadas  por motivos banais, além disso não existem motivos para a prática da maldade. Infelizmente multidões enfurecidas colocam suas lógicas e opiniões em primeiro lugar achando que aquilo é realmente o certo.


Em muitas situações envolvendo a violência, o executor é pior do quê o executado.

Tudo isso me lembra naquele tempo em que quando a multidão julgou o Senhor Jesus e com tanto ódio mandou crucifica-lo .

 Os homens que estavam guardando Jesus zombavam dele e batiam nele.

 Taparam os olhos dele e perguntavam: —Quem foi que bateu em você? Adivinhe!

 E diziam muitas outras coisas para insultá-lo.

 Quando amanheceu, alguns líderes dos judeus, alguns chefes dos sacerdotes e alguns mestres da Lei se reuniram. Depois mandaram levar Jesus diante do Conselho Superior.

Então lhe disseram: —Diga para nós se você é o Messias. Ele respondeu: —Se eu disser que sim, vocês não vão acreditar.

 E, se eu fizer uma pergunta, vocês não vão responder.

 Mas de agora em diante o Filho do Homem se sentará do lado direito do Deus Todo-Poderoso.

 Aí todos perguntaram: —Então você é o Filho de Deus? Jesus respondeu: —São vocês que estão dizendo isso.

 E eles disseram: —Não precisamos mais de testemunhas. Nós mesmos ouvimos o que ele disse.

Lucas: 22:71

O inimigo tem sede de sangue e por almas, ele é o leão que ruge esperando fazer a próxima vítima, já andei muitas vezes por aí e já vi coisas terríveis as quais ás pessoas são capazes de fazer quando estão sob forte emoção, perdem o controle dando lugar aos demônios que nessa altura já invadiram suas mentes, é muito triste de se ver mas já presenciei esse tipo de caso. 


Pagando o mal com o mal não resolverá a situação do mundo.

Uma vez eu vi um homem sendo linchado por ter roubado uma loja, e foram pra cima dele cinco homens os quais falavam palavrões e diziam que ele iria morrer , se via o pânico no rosto do ladrão, e vendo a multidão enfurecida, ele correu o mais rápido que pôde, mas homens de moto e carro o alcançaram, era pauladas e socos até ele cair de desmaio e esperar pela chegada da polícia o que foi um alívio para ele, os policiais de uma forma truculenta o algemou, com a cabeça baixa andando até a viatura todos o olharam com revolta e gritavam dizendo que ele merecia muito mais, o motivo dessa fúria foi que o ladrão entrou na loja e agrediu a moça o que de fato despertou a indignação, é claro que isso faria qualquer um ficar com raiva só pelo simples fato de agredir uma mulher, mas só que há um porém; o diabo também tira proveito disso, ele é como uma linda mulher que tem o poder de seduzir, e suavemente encosta a voz perto da orelha da vítima
 (sem que ela perceba) ele consegue convencer quem quer que seja a fazer tudo que ele deseja tornando a pessoa um "verdadeiro cavalo" um portal para a sua entrada, e com isso ele dá a idéia de que a pessoa poderá fazer justiça com as próprias mãos, já que numa questão global
 
(jamais irá fazer algum efeito no mundo). 


Todos querem justiça mas a questão é que a verdadeira justiça não provém de nós meros humanos.

Infelizmente ladrão sempre irá existir, e todo o tipo de criminoso que se disponibiliza a ser um instrumento para o diabo, e tudo com o auxílio da natureza humana
(carne) que sempre foi e sempre será inimiga de Deus e da própria humanidade. Porém, por conta da vantagem pela qual satanás têm, o de ser um espírito, ele pode muito bem se transferir de um corpo para o outro, tipo : descarta um e vem o próximo. 

Infelizmente muitos ficam sendo um joguete nas garras dele. Com ele não tem essa de idade, velhice e respeito, nele não há amor, não há um pingo de verdade. E Que fique bem claro; não estou a favor do bandido e de qualquer um que venha a praticar crimes, pois cada um pague por aquilo que cometeu, pague o fruto do mal na cadeia, pois se deixou ser usado pelo seus extintos e por satanás.


PORQUE A MÃO ESQUERDA DO DIABO ?


Digamos que você seja uma pessoa de má índole, e que acha que corre pelo certo, você tem inteligência, força e tudo, e aí você recebe um convite inesperado para participar de grupos de extermínio (justiceiros sanguinários) estes te diz que para colocar o mundo em ordem é preciso "limpar a sujeira" Porquê na cabeça obscura deles isso será a vontade de "deus". E então você vai e se entrega á esse senso de "justiça" Você então"limpa o mundo" e no fim vai para o inferno e se encontra com a alma de quem matou, uma mistura de tormento infernal onde o caçador e a vitima se encontram da pior maneira possível (ambos sem a salvação) e assim é do outro lado, onde seus olhos fisícos não alcançam. É aquele velho e antigo ditado: O homem sujo falando e julgando o mal lavado

 A mão esquerda do diabo representa nossos principais membros mais utilizados para práticas da maldade são eles :

 As Mãos e os pés

(que se apressam para fazer o mal e o bem) o diabo se utiliza de nossas mãos para derramar sangue, onde há brigas e morte há uma mãozinha dele agindo, não é a toa que exista guerras sangrentas e lutas de facções que agem em nome da Justiça. Na internet você vê exemplos de pessoas que fazem Justiça com as próprias mãos, tanto a alma do criminoso quanto a do justiceiro poderão se encontrar no inferno, ou não. Jesus quando esteve na cruz sentindo as dores da crucificação ouviu o clamor do bandido, o mesmo dizendo que queria morar com ele no paraíso, e misericórdiamente jesus olhou para o criminoso com um olhar de amor e piedade e disse que naquele mesmo dia o mesmo estaria com ele no paraíso. Leitor, até o último momento da morte se qualquer bandido por mais perverso que seja...se ele chamar e clamar e se arrepender será salvo, não importa o modo como o corpo será destruído.  

A alma será salva, o maldito diabo se utiliza de situações drásticas para Ploriferar ainda mais seu extinto assassino, e assim incentivar outros a fazer o mesmo despertando o machismo que há dentro de cada homem e mulher, pois é automático acharem que são  "deuses" ou juízes  que acham que dentro de si possuem o poder da decisão sobre a vida e a morte de seus semelhantes, sendo que só estão ajudando e sendo  instrumentos fundamental no reino das trevas, um aliado perfeito para o diabo. Você não vencerá fazendo o mal e lutar contra o mal, isso jamais irá funcionar e de que agindo dessa forma "burra" e cega. A pessoa que participa de rodas de linchamentos
 (que favorece satanás) ela também irá para o inferno, pois por ela estar participando de um pecado mortal que é o de tirar a vida de outrem, achando que assassinando esta agradando a Deus (e não está) pois este não tem direito algum de julgamento, porquê a balança (espiritual) é a mesma, a única diferença é que um errou, e seu erro é inadmissível aos olhos humanos. Existe uma grande  falta de perdão, uma falta de amor ao próximo, hoje chamado de ódio do bem.




Autor: Luciano Silva





ELES ESTÃO TENTANDO CONTROLAR A SUA MENTE (vídeo)


Vídeo do pastor Antônio junior.



A IDADE DA SANTIDADE



A inocência de um bebê é literalmente pura, olhos puros, linguajar puro, até mesmo o choro não um choro de ódio, nem de raiva e sim um choro que clama por atenção e carinho de seus tutores. Todos os bebês têm a salvação garantida, mas passageira, e não há sinal algum de maldade, porém amaldiçoado. Claro que só entrarão almas puras e lavadas pelo sangue do cordeiro, no céu não entrará nada impuro, nada mesmo. No céu não vão entrar os que falam palavrão, os que fazem sexo antes do casamento, os que matam seus semelhantes, os que guardam mágoa ou ressentimento e todo ato contrário que parece "normal". Depois de crescido o bebê Já não será mais o mesmo pois ele acaba de atravessar a fronteira da Razão. Significa que de agora em diante ele é responsável por seus próprios atos, mesmo que ainda esteja sob guarda de seus pais, está ciente de tudo e agora está "livre" para fazer oque quiser. Aprendendo oque os adultos fazem e achando tudo como algo estranho e novo, mexendo assim com o seu lado curioso. Me lembro que quando tinha 9 anos brincava de esconde - esconde no meio da mata já que onde eu morava só havia lixão e mato enquanto eu brincava encontrava várias revistas adultas que depois as jogava fora por medo de ser pego. Toda vez que eu achava sentia prazer e ao mesmo tempo nojo, tudo era novo para mim, aquelas imagens ficavam por dias e até meses na minha cabeça. Era muito novo, mas o pecado me rodiava. Hoje às crianças de 7,8  ou 10 sabem o que estão fazendo, pois aprendem com os pais e esses tem certo orgulho de verem os seus filhos falarem palavrão em redes sociais para entretenimento público. Vejo muitas mães dançando com suas filhas com as mesmas vestimentas (sensuais) e acham isso normal. Expõem seus filhos aos perigos da internet, infelizmente a pureza destes se foi a muito. 
     Jesus disse que quem não "nascer de novo" não entrará no Reino e nem verá a sua glória. Oque acontece hoje é que o pecado está em alta com força máxima atingindo até mesmo os inocentes, não é a toa que adolescentes ao invés de se empenharem nos estudos e seguirem com uma vida correta apareçam grávidas e perdidas dando assim desculpas para seus pais. Ficando para trás o tempo da inocência. É muito prazeroso ver aquele bebezinho chorando, ver aquela aparência doce e anjelical e muitas vezes  nem nos damo conta de qual futuro e personalidade terá, pois tudo irá depender de Deus e também dos pais e do  livre arbítrio. Infelizmente não há um rótulo descrito na testa do bebê dizendo quem ele será talvez ele ou ela serão pessoas que servirão fielmente a Deus, ou não. O futuro de cada alma depende da criação e do livre arbítrio pois por sermos seres pensantes temos a escolha que gera a vida ou morte. Eu fui criança, você foi criança e obviamente não tem mais aqueles pensamentos, e aquele olhar de quê tudo é novo, isso ficou no passado, e agora temos a razão que é a consciência do bem e do mal  um objetivo que ironicamente foi bem sucedida por satanás que persuadiu o primeiro casal a se rebelar contra Deus perdendo a glória original ou seja : A pureza. Hoje vemos adultos que até ontem eram bebês e crianças cometerem às piores barbáries contra seu semelhante, e não somente isso mas contra si próprios. O planeta depois da queda nunca foi o mesmo. É claro que ainda existe lugares neste mundo vasto, onde a criação e a educação é uma lei, mas ainda assim não é insento do pecado original pois todos pecaram. 

Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

Romanos 5:12

Independentemente do país todos estão sob o Jugo do pecado por mais que aparentam uma felicidade que diga-se de passagem é momentânea e dura apenas alguns anos. O único que nasceu e permaneceu puro foi o Senhor jesus o filho de Deus. Mas há esperança, pois o filho de Deus se sacrificou por nós para nos purificar de toda a injustiça.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.

1 João 1:9

Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.

João 8:34

 Resumindo: se não nascer de novo, ou seja: se batizar e se arrepender dos pecados viciantes da carne(amaldiçoada) ninguém e até mesmo certas crianças não serão salvas, podem até ganhar este "mundo" amigos, reputação e fama, mas perderá a alma assim como foi no caso de judas Iscariotes que ouviu o chamado do mestre, se entregando a voz da traição este concerteza foi para o inferno, já que ele se enforcou. Uma alma obscura e laçada por satanás sofrerá consequências mortais e eternas. Jesus sabia da traição de judas e deu-lhe oportunidades assim como você e eu temos enquanto estivermos vivos.

Autor: Luciano Silva





O PERIGO DE QUERER BARGANHAR COM DEUS




“Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?”

(Sl 116.12 )

Um dos mais sérios erros dos defensores da “teologia da prosperidade” é orientar seus seguidores a barganharem com Deus, como se uma oferta ou um dízimo fosse o suficiente para que Deus se tornasse nosso devedor. Muitos têm tratado estas e demais contribuições como “investimentos”, como um “toma-lá-dá-cá”, como se Deus se prendesse a gestos feitos pelos homens. Deus tem compromisso com a Sua Palavra, portanto nada disso é previsto nas Escrituras como um laço que obrigue Deus a enriquecer quem quer que seja. Na verdade, nossas contribuições financeiras (sejam elas ofertas ou dízimos) são um reconhecimento de que já fomos abençoados por Deus. Paulo deixa claro que Deus não deve nada a ninguém (cf Rm 11:34-36). A pergunta de Paulo continua válida em nossos dias: “quem deu primeiro a Ele para que depois possa ser retribuído?”. Nós contribuímos financeiramente porque recebemos do Senhor primeiro, e não o contrário. Precisamos entender que ninguém dá a Deus antes, para depois ser retribuído.Muitos, por estarem interessados apenas em milagres, curas e prosperidade material, já não buscam a Deus pelo que Ele é. Na verdade, não querem conhecer a Deus, mas somente barganhar com o Senhor. São condenáveis os “sacrifícios”, os “carnês” e toda e qualquer espécie de contribuição financeira que é dada com o intuito de estabelecer uma barganha com Deus. Certamente, essas pessoas estão incorrendo num grande perigo: a perdição eterna. Deus nos concede suas bênçãos não porque tenhamos algum poder de barganha, mas porque Ele nos ama e quer aprofundar o seu relacionamento conosco.

 A BARGANHA NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento.

 Um exemplo clássico de barganha no Antigo Testamento é o caso de Jacó. Fazer um voto era um meio de barganha, de troca entre os homens e a divindade, um “toma-lá-dá-cá“. Esta era uma demonstração da cultura gentílica. E esta ideia de barganha entre o homem e a divindade está por trás do primeiro voto mencionado na Bíblia, que foi o voto de Jacó, feito quando de sua fuga para Harã: “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir, e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR será o meu Deus; e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres certamente te darei o dízimo”
(Gn 28:20-22).Vemos neste voto de Jacó a idéia de “barganha” com Deus, algo que jamais se aprovou nas Escrituras, mas que, infelizmente, está por detrás da grande e esmagadora maioria dos votos que se fazem hoje na Igreja.Jacó agiu sob a influência cultural gentílica, não tinha ainda uma experiência com Deus e pensou que o Senhor pudesse ser “comprado” com um voto. Na verdade, Jacó barganhou por menos que o Senhor lhe havia prometido (cf Gn 28:14). Sua fé ainda não era forte o suficiente para levar Deus a sério, de modo que Jacó condicionou o pagamento do dízimo ao cumprimento das promessas do Senhor. Deus, efetivamente, abençoou a Jacó, mas não foi por causa do voto que Jacó lhe fez, e sim, por causa da fidelidade do Senhor às promessas que havia feito a Abraão e a Isaque, promessas que, aliás, haviam sido renovadas, no sonho, pelo próprio Deus a Jacó 
(Gn 28:13-15).O voto, enquanto barganha, enquanto “troca de favores”, é, portanto, algo que se encontra totalmente fora de cogitação no relacionamento entre Deus e os homens, ante a constatação de que Deus é soberano e que ao homem cabe apenas submeter-se a este Deus Todo-Poderoso.

Mas, se o voto não é barganha, o que é então?

O voto é manifestação voluntária, ou seja, a declaração de vontade de alguém que é dirigida a Deus, um Deus que fez o homem com o direito de fazer escolhas e de expressar livremente a sua vontade. Todavia, qualquer ideia de barganha é infrutífera.

Deus, que é único, que é soberano e a quem pertence toda a Terra e tudo que nela há (Sl 24:1;1Co 10:26), não é “comprável” com presentes. Aliás, abomina os que se deixam levar por presentes (2Cr 19:7; Is 45:13). Se Deus é soberano, se tem o controle de todas as coisas, por que haveria de se vender a um ser humano por causa de um “voto”, de uma “promessa”?

 No Novo Testamento

Um exemplo clássico de barganha no Novo Testamento é o caso de Simão, o mago, que ofereceu dinheiro a Pedro e a João em troca da capacidade de se conceder o batismo com o Espírito Santo
 (At 8:18-21).Um dos mais sérios erros dos defensores da “teologia da prosperidade” é orientar seus seguidores a barganharem com Deus, como se uma oferta ou um dízimo fosse o suficiente para que Deus se tornasse nosso devedor. Muitos têm tratado estas e demais contribuições como “investimentos”, como um “toma-lá-dá-cá”, como se Deus se prendesse a gestos feitos pelos homens. Deus tem compromisso com a Sua Palavra, portanto nada disso é previsto nas Escrituras como um laço que obrigue Deus a enriquecer quem quer que seja. Na verdade, nossas contribuições financeiras (sejam elas ofertas ou dízimos) são um reconhecimento de que já fomos abençoados por Deus. Paulo deixa claro que Deus não deve nada a ninguém 
(cf Rm 11:34-36). A pergunta de Paulo continua válida em nossos dias: “quem deu primeiro a Ele para que depois possa ser retribuído?”. Nós contribuímos financeiramente porquê recebemos do Senhor primeiro, e não o contrário. Precisamos entender que ninguém dá a Deus antes, para depois ser retribuído.

a) O teu dinheiro seja contigo para perdição. Nenhum cristão verdadeiro será entregue à perdição (João 3:16).

b) Não tens parte nem sorte neste ministério. Em outras palavras, não fazia parte da comunhão dos santos.

c) O teu coração não é reto diante de Deus. Uma descrição apropriada para uma pessoa que não é salva e que quer barganhar com Deus.

d) Estás em fel de amargura e laço de iniquidade. Palavras como essas não poderiam ser usadas para uma pessoa regenerada.O nome “Simão” deu origem à palavra moderna “simonia“, a tentativa de comercializar coisas sagradas. A “simonia” inclui a venda de todas as formas de comercio relacionadas a questões divinas. Hoje, é aplicada aos mercadores da fé, que oferecem as bênçãos divinas mediante o pagamento de certa quantia em dinheiro. O apóstolo Paulo via, com muita tristeza, o crescimento dessa tendência mercadológica; para combatê-la, usou uma palavra cujo sentido é “falsificar ou mercadejar a Palavra de Deus”. Isso envolve práticas de “simonia” e adulteração da Palavra de Deus; é transformar o cristianismo numa prática comercial, visando apenas interesses pessoais.Atualmente, uma das práticas que caracterizam a “simonia” é a da falaciosa “restituição“. Esta prática ficou popularizada no cântico cujo refrão é “Restitui… eu quero de volta o que é meu”. Esta prática é, também, uma fonte de dinheiro para muitos inescrupulosos que, através de “campanhas de restituição”, têm levado multidões a “exigir de Deus o que foi tomado, o que é meu” e, além de lhes causar a abominação do Senhor, ainda por cima acabam tomando o que havia ficado, por meio de ofertas e “sacrifícios”, habilmente solicitados nestas mesmas campanhas. Irmão e amigos, nós não temos direito a nada! A própria expressão bíblica exarada em Romanos 3:23 já diz tudo: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”Rm 3:23). O salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Somos salvos pela graça(Ef 2:8). Tudo que temos é por causa da graça de Deus. Exigir de Deus algo que não merecemos é um acinte ao nome preciso do Senhor.Ainda há aqueles que, induzidos por certos pregadores (pregadores?), que desprezando a soberania divina, passam a determinar seus “direitos” e a decretar suas “posses” como se o Senhor lhes fosse um mero empregado. Isto é falta de reverencia e temor a Deus.Portanto amados irmãos, não podemos compactuar com estas práticas de “restituição” e de tudo o que envolva esta idéia, pois ela é pura e simplesmente manifestação de rebelião contra Deus. Como sabemos, “… a rebelião é como o pecado de feitiçaria (1Sm 15:23). Que Deus nos guarde, pois os feiticeiros e os idólatras ficarão do lado de fora da cidade santa
 (cf. Ap 21:8; 22:15).Ao acharmos que algo é “nosso”, que deve ser devolvido, estamos afirmando uma ilusória independência do homem em relação a Deus, exatamente o que fez o primeiro casal pecar e perder a comunhão com o Senhor. Ao invés de “querer de volta o que é nosso”, devemos ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que foi expresso pelo apóstolo Paulo numa das suas frases lapidares: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20).

As Escrituras condenam a barganha. 

Por tudo que vimos nos dois itens anteriores, está claro que as Escrituras condenam a barganha com Deus. A verdadeira prosperidade do povo de Deus como é ensinada na Bíblia não é barganha com Deus, uma troca com Deus, eu dou 10 para receber 20, não. Infelizmente, muitos estão indo atrás de Jesus não porque queiram ter vida eterna, mas apenas para obter estas vantagens, que, a cada dia que passa, o sistema econômico lhes vai negando. Querem não servir a Jesus, mas, sim, se servir de Jesus e é precisamente esta a mensagem antropocêntrica da “teologia da prosperidade”. Estas pessoas, como diz o apóstolo Paulo, são as mais miseráveis criaturas humanas da face da Terra (1Co 15:19), porque, sabendo quem é Jesus e o que veio fazer neste mundo, querem apenas dEle se servir para terem bens e tesouros que nada lhes representará na eternidade. São pessoas que, infelizmente, não seguem a doutrina de Cristo que, tão explicitamente exposta no sermão do monte, nos manda ajuntar tesouros no céu e não na terra, pois onde estiver o nosso tesouro, ali estará o nosso coração (Mt 6:19-21).

PRESSUPOSTOS DA “TEOLOGIA DA BARGANHA”

 A falsa doutrina do direito legal. 

A “teologia da barganha” tem como pressuposto a doutrina do “direito legal” do crente. Esta falsa doutrina tem como mentor Essek William Kenyon. Para ele, Deus ao instituir o homem como seu mordomo, deu “direitos legais” ao homem, que foram, com a queda, transferidos a Satanás que, “legalmente”, hoje domina a terra e a criação terrena. Para ser mais explícito, Kenyon quis dizer que a queda do homem foi um ato legal, isto é, Adão tinha o direito legal de transferir a autoridade e o domínio que Deus tinha posto em suas mãos para as mãos de um outro. Isto dá a Satanás o “direito legal” de ditar regras ao homem e à criação. Isto quer dizer que Satanás faz parte da redenção do ser humano (cic). A redenção seria uma fórmula pela qual Deus toma esses “direitos” de Satanás, livrando o homem do seu domínio. É esta a ideia-mestra de todas as “determinações”, “declarações” e “exigências” que caracterizam os “pregadores do positivismo”.

No entanto, tal pensamento não tem o menor respaldo bíblico. Deus nunca deixou de ser o Ser Soberano, o Ser Supremo. Quando a Bíblia nos diz que o homem foi constituído como ser que dominaria sobre as demais criaturas terrenas 
(cf. Gn 1:26-28), tal deve ser compreendido dentro do princípio de que o homem é “imagem e semelhança de Deus”, ou seja, de que jamais o homem teria “direitos legais” diante de Deus, mas o homem foi feito um “mordomo”, ou seja, um servo que era superior às demais criaturas divinas, mas que não deixava de ser servo, tanto que, ao conscientizar o homem de que ele era “livre”, Deus o fez por meio de uma ordem 
(cf. Gn 2:16,17), deixando bem claro quem era a autoridade, quem mandava e quem deveria obedecer.

A prática do determinismo

Esse é um dos pressupostos usuais da “teologia da barganha”. A falaciosa “doutrina do determinismo” insinua, dentre outras aberrações “teológicas”, que não é mais preciso orar, e sim apenas “determinar”.
Para os seguidores desta prática vergonhosa não se deve orar a Deus rogando a Ele que faça “segundo a sua vontade”, e sim impor a nossa vontade a Deus. Isso vai de encontro o que a Bíblia Sagrada nos ensina: “Esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, SEGUNDO A SUA VONTADE, ele nos ouve“(1João 5:14).
Hoje temos visto falsos mestres ensinando que a oração da fé precisa determinar para Deus o que queremos. Este falso ensino proclama que oração é a vontade do homem prevalecendo no céu em vez da vontade de Deus prevalecendo na terra.

Analise a estrutura da oração-modelo que o Senhor deixou -- o “Pai Nosso“(Mt 6:9-13). Ela nos revela que não há lugar para o “EU” e nem para o determinismo arrogante. Senão vejamos: “Pai nosso, que estás no Céu” -- nossa posição: filhos de Deus; “Santificado seja o teu nome” -- nossa posição: adoradores; “Venha o teu Reino” -- nossa posição: súditos; “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no Céu” -- nossa posição: servos; “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” -- nossa posição: dependentes; “Perdoa-nos as nossas dívidas” -- nossa posição: pecadores; “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” -- nossa posição: fracos espiritualmente. Portanto, submissão à vontade de Deus, e não imposição da nossa vontade a Deus, é o alicerce da nossa confiança na oração. Aliás, devemos temer orar por qualquer coisa que não esteja de acordo com a vontade de Deus.

Devemos estar cientes que Deus é soberano sobre tudo e sobre todos: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos”
(Is 55:8). “O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo. Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos em força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais a sua vontade. Bendizei ao Senhor, vós todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio! Bendizei, ó minha alma ao Senhor!” (Salmo 103:19-22). “E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4:35).

Em fim, prosperidade segundo a Bíblia não é determinismo, e sim benção de Deus. Porque sem a benção de Deus não há o que se falar em prosperidade. Sabe por quê? “Porque a benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores” 
(Pv 10:22). A prosperidade verdadeira consiste na bênção do Senhor. Quer sejamos pobres, ou ricos, a presença e a graça do Senhor são o nosso maior tesouro.

O PERIGO DE BARGANHAR COM DEUS

 O perigo de se ter um Deus imanente, mas não transcendente

Deus é transcendente e imanente. Ou seja, a despeito de habitar nas alturas mais insondáveis, e apesar de infinito e imenso, não permanece alheio às suas criaturas. Assim, ao longo dos séculos, o Eterno vem se comunicando com o homem, direta ou indiretamente. Ele tem prazer de ser assim com o ser humano; é tanto que, após o pecado do homem, Ele proveu o Cordeiro imaculado, Jesus Cristo, para através de sua morte vicária resgatar o ser humano ao estado original da criação.
Embora Deus tenha o prazer de atender ao ser humano em suas necessidades, não podemos nos esquecer que Ele é soberano e está acima de toda criação. Deus é superior ao homem e, portanto, o homem não pode querer esquadrinhar os Seus pensamentos ou entender os Seus propósitos, a não ser pela própria revelação divina.

Conquanto a natureza possa nos fazer inferir que haja um Deus, não permite que nós, através dela ou da razão, possamos descobrir os mistérios e as profundidades do pensamento divino, pois Deus é Deus e nós, meros homens. Ou seja, Deus é transcendente -- Ele é diferente e independente da sua criação (ver Ex 24:9-18; Is 6:1-3;40:12-26; 55:8,9). Seu Ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada 
(1Rs 8:27;At 17:24,25).

Atualmente, os teólogos adeptos da “teologia da barganha”, tentam, a bel prazer, priorizar a relação de Deus com a criação, ignorando propositalmente a soberania e a vontade de Deus. Ninguém deve, jamais, pensar que é merecedor de qualquer coisa que parta de Deus. Isso deve se aplicar a todos os aspectos da vida do cristão, desde o ar que respiramos, passando pela salvação provida na cruz, ou qualquer outro benefício que venhamos a receber dEle
 (Tg 4:13-15).

Quando vemos as promessas divinas, como ato soberano de Deus, temos motivos para nos humilhar perante Sua potente mão e reconhecermos que não passamos de homens e mulheres carentes de Sua graça. É uma pena que alguns cristãos não estejam se apercebendo disso, resultando em excessos na oração e nas pregações. De vez em quando, vemos e ouvimos pregadores que oram determinando bênçãos às vidas de seus expectadores. Alguns, mais ousados, querem pôr Deus no “canto da parede”, justificando, não poucas vezes, que Deus, ao prometer, não pode mais voltar atrás, tornando-se, assim, escravo de Sua palavra. Tal ensino é um acinte à soberania divina, uma verdadeira blasfêmia, que não ficará impune. Deus não tem que dar satisfação a ninguém, a não ser a Ele mesmo. Ao assumir um compromisso, como diz o a Bíblia em Isaías 55:10,11, assume um compromisso com Ele mesmo. Deus é fiel, como dizem as Escrituras 
(1Co 1:9; 10:13; 2Co 1:18), ou seja, cumpre a sua Palavra, não porque o homem passe a Lhe mandar, mas, sim, porque o caráter de Deus diz que Ele não muda 
(Ml 3:6), é a verdade (Dt 32:4; Jr.10:10), é Justo (Ex 9:47; 2Cr 12:6; Sl 11:7) e que, portanto, sua Palavra só pode ser “sim e amém” (2Co 1:20). Certo teólogo afirmou que Deus “pode fazer tudo o que quer, mas não quer fazer tudo o que pode”. Isto significa que o poder de Deus está sob o controle de sua sábia vontade.

O perigo de se transformar o sujeito em objeto. 

Hoje estamos assistindo ao fenômeno do mercadejamento da fé. A falaciosa “teologia da barganha” tem, vergonhosamente, transformado a fé em um grande negócio rentável e cada vez mais crescente. Isso tem trazido prejuízos enormes para a Igreja do Senhor Jesus. Há pastores que transformam o púlpito em uma praça de negócios, e os crentes em consumidores. São obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes do dinheiro e estão embriagados pela sedução da riqueza. Há pastores que mudam a mensagem para auferir lucros. Pregam prosperidade e enganam o povo com mensagens tendenciosas para abastecer a si mesmos.

A briga por espaços na mídia tem sido assaz notória, vendendo uma ilusão de que seus ministérios são aprovados por Deus, quando na verdade eles estão iludindo uma parcela dos que cristãos dizem ser, que não entendem que essa atitude mercantilista é reprovada por Deus. O Senhor em Sua Palavra, já nos primórdios da fé cristã, já advertia os crentes que muitos seriam feitos negócio com palavras fingidas de pessoas inescrupulosas (2Pe 2:3). Antes mesmo da formação da Igreja, o profeta Ezequiel já indicara a existência de pastores infiéis, que têm como objetivo tão somente explorar as ovelhas 
(Ez 34:4). Eles estão mais interessados no dinheiro das ovelhas do que na salvação delas. Eles negociam o ministério, mercadejam a Palavra e transformam a igreja em um negócio lucrativo.Vergonhosamente, pastores e mais pastores estão se desvinculando da estrutura eclesiástica e rompendo com suas denominações para criar ministérios particulares, em que o líder se torna o dono da igreja. A igreja passa a ser uma propriedade particular do pastor. O ministério da igreja torna-se um governo dinástico, em que a esposa é ordenada, e os filhos são sucessores imediatos. Não duvidamos de que Deus chame alguns para o ministério específico em que toda a família esteja envolvida e engajada no projeto, mas a multiplicação indiscriminada desse modelo é deveras preocupante. O meu maior desejo é que esses pastores convertam-se dos seus maus caminhos, antes que seja tarde demais, antes que sua mente fique cauterizada e a apostasia não mais ofereça lugar à piedade e a honestidade 
(ler Pv 29:1).

O perigo da espiritualidade fundamentada em técnicas e não em relacionamentos. 

Os adeptos da “doutrina da barganha” têm transformado o relacionamento com Deus em algo meramente técnico e interesseiro. Segundo seus ensinamentos, para se obter o que se deseja de Deus é preciso fazer quatro coisas, as chamadas “regras da fé” ou “fórmulas da fé”, a saber:

a) confessar o que você quer.

b) crer que você tem aquilo que você quer.

c) receber o que você quer.

d) contar aos outros que você tem o que você quer.

De pronto, observamos que a soberania de Deus não é levada em consideração. Tudo gira em torno do que “você quer”, sem que se indague se o que se quer é o que Deus quer. Desprezam a realidade de que, apesar de sermos filhos de Deus, somos totalmente submissos à sua vontade e à sua soberania, como Jesus mesmo nos ensinou na oração-modelo -- “o Pai nosso” -- e na sua oração no jardim do Getsêmane(vide Lc 22:42); veja também 1João 5:14.
Temos, portanto, mais uma vez, evidenciado que a “doutrina da barganha” diviniza o homem, dá uma “roupagem evangélica” para o desejo pecaminoso de se ser independente de Deus. Que Deus nos guarde de agirmos assim, pecando contra a Sua soberania.

CONCLUSÃO

A Bíblia não ensina a fazer-mos uma barganha com Deus, não somos ensinados a ter que dar tanto para receber tanto. Deus não se condiciona aos nossos caprichos. Quando nos abençoa é pela sua misericórdia e tudo que recebemos é por sua infinita graça. Aliás, os “teólogos da barganha” conhecem pouco acerca da doutrina da graça, uma doutrina tão defendida pelos reformadores. O Deus Todo-Poderoso, que conhece tudo e que faz infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, está sendo trocado por, Aladim o gênio da lâmpada, que só é buscado quando precisam de algum favor. Um Deus que tem que cumprir com todos pedidos dos pregadores da Fé.



|  Autor: Luciano Santos  |  Divulgação: estudosgospel.com.

O JUGO DE JESUS




Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para  a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. 

Mt 11:29,30.

De principio, tive dificuldade em compreender porque Jesus nos convida a “tomar Seu jugo”. Jugo, em meu entendimento, sempre esteve relacionado a escravidão, peso. Como poderia alguém se tornar livre, portando um jugo? Acompanhemos um breve relato do significado e aplicação do jugo:
No hebraico, a palavra para jugo é "môt" - Peça de madeira que serve para emparelhar dois animais para o mesmo trabalho. Era proibido prender sob o mesmo jugo dois animais de espécie diferentes. Jugo, portanto, era uma espécie de disciplina para os animais.Também significava medida agrária equivalente ao que podia um par de bois lavrar num dia.

Jugo na história romana 

Em roma existia um lugar chamado sororium tigillum onde aconteciam verdadeiros festivais de humilhação. Uma trave de madeira, era usada para obrigar os condenados a passar por baixo, sob brados da plateia. Essa prática, era terrível, contudo devolvia ao subjugado o seu lugar na coletividade.Exércitos vencidos, eram obrigados a passar embaixo do jugo dos vencedores. É famoso o caso do exército Caudino que em 321 a. C subjugou o exército romano, humilhando seus soldados com a passagem pelo jugo.

O Jugo do Mundo

O jugo era sempre pesaroso, difícil de carregar. Ninguém se alegrava em servir sob o jugo do inimigo. Animais sob o jugo, trabalhavam bem e com disciplina, mas sofriam as penas da dor física e falta de liberdade. O pecado é considerado um jugo semelhante,  que condiciona o homem à servidão, provocando consequências de toda ordem: Física, moral, espiritual, psicológica, social, enfim.  E há uma contradição, válida, para o jugo do pecado: Ele é pesado, mas se apresenta disfarçado de leve . O prisioneiro vive como que uma ilusão, recebe o jugo para se sentir livre (?) e acaba prisioneiro mil vezes mais. Ao curso do tempo - a longo ou curto prazo- ele será levado para o “sororium tigillum” onde humilhado, cairá pelas mãos do inimigo: Cigarro, álcool, pornografia, mentiras, roubo, corrupção.  Como se livrar de tudo isso?

Jugo da Lei e de Roma

A nação de Israel, na época do nascimento de Jesus, estava sob o domínio de Roma que com o comando de Pompeu, submeteu a Judeia em 63 a.C. A época era de forte opressão, econômica, social, politica e religiosa. As pessoas viviam aguardando libertação do pesado jugo romano. A grande maioria dos sacerdotes, havia se corrompido pela associação com o corrupto poder politico e pelas muitas correntes doutrinárias , citando algumas: Fariseus, saduceus, zelotes, herodianos.
Onde estava a liberdade? Ela era aguardada. Judeus e gentios, ansiavam pelo Messias. Ele era a esperança, proclamada desde o principio por Abraão e reafirmada por Moisés e os antigos profetas. Messias, em hebraico, significa Ungido. Um termo originalmente usado para designar um Sumo Sacerdote sob cuja
 cabeça era derramado o óleo da unção, como forma de consagração, autoridade ( I Sm 16: 1-13)

“Acontecerá naquele dia, que o peso será tirado do seu ombro, e o seu jugo, do teu pescoço será despedaçado por causa da unção

  Is 10:27 . Aleluia!

Um Novo Reino

Jesus surge em tempo de crise para Israel que aguardava a libertação. Contudo, a nação apostava em um rei politico, que tomasse o poder das mãos de Roma e libertasse o povo dos impostos abusivos, da servidão aos imperadores. Jesus nasce em uma pequena aldeia chamada Belém e cresce como Nazareno. Nazareno, não só porque escolhera morar em Nazaré, mas porque essa era uma designação dada aos homens separados para exercer o sacerdócio (Nm 6:1, Jz 13:5, Am 2:12 ). Jesus era (é) o Messias Nazireu, o Ungido e separado. O despedaçador de jugos!

A salvação anunciada, havia chegado. Não através de um rei perfeito de porte e comandante de legiões de soldados, montados em cavalos, armados de escudos e lanças. O Rei não era essa figura temida, cujas características externas assombravam pelo vigor e força. Jesus era o oposto da soberba e violência que remete ao militarismo. Ele estava ali, em Israel, anunciando e cumprindo um Novo Reino, destinado aos humildes de coração. Toda a força, seria resultado da comunhão com Deus, Comandante Maior.

“E naqueles dias, aparece João Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus” 

Mt 3:1,2.

O Jugo de Jesus


Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:29-30
Um reino destinado aos simples de coração. O passado de todo e qualquer homem, determina seu presente. O erro de um dia, pode refletir por toda a vida. Um homem subjugado ao pecado, é um escravo que sofre dias, meses, anos. Jesus se apresenta como solução, não apenas para a nação de Israel, mas para todos os cansados e oprimidos, em todas as nações. Ele é a a própria paz.
O jugo de Jesus é leve, porque doutrina o homem para o caminho do bem e ao se fazer o bem, se é recompensado. O jugo de Jesus, liberta do pecado e conduz a uma nova vida. Ao dizer: “Tomai o meu jugo”, Ele diz: “ Tire esse enorme peso que carregas e receba de mim algo leve, suave, que te dará descanso. Meu jugo é muito mais leve que do que o sistema romano, a corrupção, a mentira, a opressão, a miséria, a doença, o medo, a religião, a injustiça, o inferno.”
A palavra suave que adjetiva o jugo de Jesus é traduzida como chrestos (strong 5543): usar, útil, agradável, bom, confortável. O jugo de Jesus, não é um fardo, mas uma utilidade agradável. É algo que corrige, exige, mas de forma a não oprimir. Cristianismo é relacionamento com Jesus. É recebe-Lo em sua vida e aprender Dele. Jesus é jugo que permite descansar. Tomar o jugo de Jesus é renunciar aos jugos do mundo. Isso pode lhe causar alguma dor de principio, e também de meio, e fim, mas será incomparavelmente melhor que usar o pesado e doloroso jugo do pecado que conduz a morte eterna.


Em Cristo: Que veio, vive e é a nossa Salvação!


| Autor: Wilma Rejane | Divulgação: estudosgospel.com.br |

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APOCALIPSE E O FIM DO MUNDO



A Bíblia diz que o mundo tal como conhecemos terá um fim. Deus prometeu que exterminará todo o mal e fará nova todas as coisas(Apocalipse 21:5).

Há relatos acerca dos eventos conjugados ao fim em vários livros da Bíblia. 'Apocalipse' é um termo grego que significa "revelação" e não "fim do mundo". Portanto, o último livro das Escrituras, relata a revelação que Jesus Cristo deu acerca dos tempos do fim, através do apóstolo João. Além das revelações descritas neste livro, também encontramos noutros livros do Antigo e Novo Testamentos profecias sobre o fim.

Como será o fim?

A Palavra de Deus nos dá algumas certezas acerca dos acontecimentos finais, mas não tantas sobre como e quando isso acontecerá exatamente. No entanto, sobre tudo o que descreve, podemos ter um panorama geral de como será. A promessa mais esperada por todos os cristãos é a segunda vinda de Jesus Cristo. Inúmeros sinais são relatados como precedentes da volta do Senhor, e, muitos sinais mostram que já temos vivido alguns eventos que antecedem o fim.A Bíblia descreve os acontecimentos finais como forma de alerta e encorajamento. Alerta para aqueles que não creem em Cristo e vivem alheios ao que Ele ensinou. E, encorajamento àqueles que aceitaram pela fé a oferta da graça, para que se preparem para os sofrimentos que poderão experimentar e para perseverem até o fim, com Jesus Cristo.

Fim do mundo é certo, porém imprevisível!


O fim dessa era vai acontecer, mas ninguém sabe o dia nem a hora. A Bíblia afirma que o fim está próximo e será terrivelmente avassalador. No entanto, não sabemos quando isso acontecerá exatamente (Marcos 13:32), só Deus o sabe. Não cabe a nós tentarmos descobrir qual a data, mas sim, estarmos preparados para ela. O Senhor virá para buscar aos Seus e para destruir o poder da maldade e seus praticantes. Para estes, será um dia terrível, de grande tormento e destruição:

Alertas às Igrejas

No livro de Apocalipse, após a introdução e descrição da visão de Jesus (Ap. 1), inicia-se uma série de recomendações e exortações às sete igrejas cristãs da Ásia. Os capítulos 3 e 4 são dedicados a encorajar e corrigir a conduta do povo de Deus nessas localidades:

Éfeso - Volta ao primeiro amor - (Apocalipse 2:1-7)

Esmirna - "Não temas!", "sê fiel até a morte, eu te darei a coroa da vida" - (Apocalipse 2:8-11)

Pérgamo - Reprovação divina, convite ao arrependimento - (Apocalipse 2:12-17)

Tiatira - "Conheço as tuas obras, o teu amor... tenho porém contra ti..." (Apocalipse 2:18-29)

Sardes - Aparência de que está vivo, mas está morto: "Sê vigilante..." - (Apocalipse 3:1-6)

Filadélfia - Onisciência de Cristo: porta aberta e recompensa pela perseverança - (Apocalipse 3:7-13)

Laodicéia - Ser morno não agrada a Deus, nem o auto engano: pensar ser rico sendo miserável (Apocalipse 3:14-22)

Todas as mensagens encaminhadas nas cartas àquelas igrejas do 1º século servem também hoje, para todos que pertencem à Igreja de Cristo.

A grande Tribulação


A Palavra de Deus adverte-nos acerca de tempos difíceis que sobrevirão. Tempos de angústia, em que se levantarão falsos profetas e falsos cristos, realizando falsos milagres, para tentar enganar até mesmo os escolhidos. Muitos destes sinais já parecem estar acontecendo nos nossos dias e devem ser ainda mais agravados futuramente. Contudo, Jesus disse que este será somente o princípio das dores (Mateus 24:8).

Depois disso, virá um tempo de aflição jamais visto antes, nem haverá depois (Mateus 24:21). A grande tribulação é mencionada na Bíblia, relatando tempos de sérias dificuldades, guerras, terremotos, escassez, fome, alterações ambientais, pestes e toda sorte de aflições. A grande tribulação será o maior sinal que antecede a 2ª vinda de Jesus.

O ápice da Tribulação será um tempo de acontecimentos tremendos, jamais vistos antes. Tudo acontecerá para provar os habitantes da terra (Apocalipse 3:10). Haverá punição pela maldade e pecado de todos que decidem, resolutamente, se rebelar contra o Criador. Mas aos que aceitaram a oferta de graça do Senhor Jesus Cristo, ainda que sofram, serão poupados da condenação final (Apocalipse 7:14-17).Alguns símbolos importantes do Apocalipse descrevem eventos desse período. Veja a seguir alguns deles:

Os 7 Selos, os 4 cavaleiros e seus cavalos

Nessa visão, João descreve a abertura de cada um dos sete selos pelo Cordeiro no Céu. A cada selo aberto eram chamados cavaleiros com cavalos de diferentes cores. Cada um simbolizava diferentes tipos de dores enviadas à terra:

O 1º selo representa o Cristo vitorioso que ressuscitou e venceu a morte e o inferno. Desde a Sua ressurreição todo universo aguarda a Sua 2ª vinda triunfante, vencendo e para vencer.

O 2º selo e cavalo vermelho falam-nos do sangue derramado sobre a terra em matanças, assassinatos e guerras.

O 3º selo e o cavalo preto representa a escassez, fome e miséria que assola o mundo.

O 4º selo e cavalo amarelo representam a morte e inferno que ceifam vidas através da fome, guerras, pestes e feras da terra.

O 5º selo revelou todos aqueles que sofreram e morreram por causa de Cristo.

O 6º selo revelou toda alteração que ocorrerá nos céus e na terra (terremotos, eclipse, chuva de estrelas, lua vermelha...). A abertura do último selo mostrou as orações dos santos sendo derramadas diante do altar de Deus, e a preparação para o culminar do juízo de Deus sobre o mundo.

As 7 Trombetas

João viu e descreveu o toque de trombetas. Tal como na abertura dos selos, a cada trombeta tocada por anjos designados, serão determinados diferentes juízos e aflições sobre a terra:

As 7 Pragas e as 7 Taças da Ira de Deus

As 7 pragas ou flagelos (calamidades) aqui simbolizadas pelas taças, recordam os desastres vistos no toque das trombetas. Todos que não se arrependerem e não tiverem os seus nomes inscritos no Livro da Vida serão atormentados com a Ira de Deus. João, na sua visão, descreve as 7 pragas que acometerão os moradores da terra:

Muitos destes eventos descritos na visão de João, já haviam sido profetizados anteriormente. Terremotos, pragas, destruição, aflição e escuridão estão determinados para os tempos finais. Isaías (Isaías 34:4), Joel (cap. 2 e 3) já haviam profetizado o que Jesus confirmou (Mateus 24), Paulo (1 Tessalonicenses 4:13-18; 5:1-11) e João registrou no livro do Apocalipse (Apocalipse 6:12-14).


A segunda Vinda de Jesus Cristo

Após os acontecimentos da Grande Tribulação, a Bíblia nos diz que a terra, os astros e as estrelas sofrerão alterações. É o prenúncio último da segunda vinda de Cristo. O mundo cósmico será abalado perante a chegada gloriosa do Senhor Jesus Cristo:

A seguir, aparecerá no céu o sinal de Jesus vindo nas nuvens, com poder e glória. Certamente o Rei da Glória virá com toda autoridade buscar os Seus (Apocalipse 24:31) e exercer justiça e juízo:

Os 3 conspiradores

Satanás, a Besta e o Falso Profeta são algumas das figuras demoníacas que aparecem no livro de Apocalipse. Eles se opõem a Deus e à adoração genuína a Ele. Estes irão conspirar para enganar o máximo de pessoas possíveis, para que não se arrependam nem se entreguem com fé em Jesus Cristo.

O Dragão

O dragão é a antiga serpente, o Diabo, Satanás (Apocalipse 12:9). Desde o início seu alvo é enganar, roubar, matar e destruir (João 10:10). Distorce a Palavra de Deus e promove falsos profetas para enganar as pessoas com heresias e interpretações erradas da Bíblia. É também o acusador dos crentes e está furioso contra a obra de Deus, porque sabe que o seu tempo é escasso (Apocalipse 12:12).

A Besta

Trata-se da figura de um agente de Satanás, por meio do qual ele irá exercer o seu poder maléfico sobre a terra. Há interpretações que consideram que, nos tempos em que o Apocalipse foi escrito, a Besta teria sido o Império Romano, personificado na figura de César.

Mas, como imagem simbólica para tempos futuros, a Besta também pode ser identificada com sistemas mundanos, poderes e governos humanos contrários a Deus. Ainda poderá ser associada à uma pessoa ou liderança humana mais específica.

O Falso Profeta

É outro instrumento do Diabo, usado para promover sinais miraculosos para enganar a todos. Os cristãos já foram antecipadamente alertados acerca do perigo dos falsos profetas (Marcos 13:22). Estes, são aqueles impostores que têm alguma aparência de verdade, mas são enganadores, querendo subverter a mensagem divina.Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs.

São espíritos de demônios que realizam sinais milagrosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso.

Apocalipse 16:13-14


Extraído do site: Perguntas bíblicas



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